QUESTIONANDO AS PERGUNTAS

Por Geoffrey Hoppe
Canalizador de Adamus Saint Germain

(A Tongue-in-cheek article – Um artigo irônico #1) Quantas perguntas você faz em um determinado dia? Isso inclui perguntas que você faz aos outros e perguntas que faz a si mesmo. “Como estará o tempo hoje?”, “O que vamos almoçar?”, “Quanto tempo levará para que eu me torne um Mestre realizado?”, “Como vou pagar o aluguel este mês?” e “O que devo fazer com a minha vida?”

1. Tongue-in-cheek significa irônico – é uma figura de discurso americana usada para implicar que uma declaração ou outra produção é humoristicamente ou de outra forma não seriamente pretendida e não deve ser tomada pelo seu valor nominal. A frase foi originalmente concebida para expressar desprezo ao empurrar a língua em sua bochecha e direcionar o gesto para uma pessoa ofensiva. Em 1842, no entanto, a frase tinha adquirido seu significado contemporâneo, indicando que uma declaração não era para ser levada a sério.

Eu estimo que aproximadamente 33% por cento de nossa atividade diária está relacionada a perguntas. Eu me pergunto se isso é um número exato ou talvez algo que eu estou inventando? Ooops. Lá vou eu, acrescentando outra pergunta à longa lista de perguntas que já fiz hoje.

As perguntas são uma necessidade na vida cotidiana. Uma pergunta é uma frase redigida ou expressa de modo a obter informações. “Qual é o seu nome?”, “Que horas será o jantar hoje?, “Quem bebeu todo o vinho?”, “Onde é o banheiro?” Estas são todas perguntas relevantes, mas talvez nós exageramos com todas as nossas perguntas? Gostaria de saber se essa última frase deveria ter sido uma pergunta ou uma declaração?? Você vê como as perguntas podem fazer a gente ficar confusa da cabeça?

Afirmo que a proliferação de questões na sociedade moderna causa um alto grau de poluição mental e contribui para a depressão e ansiedade. Embora as perguntas tenham sido originalmente concebidas como uma ferramenta de comunicação simples na época da Lemúria por causa da sobrevivência (“Será que alguém viu um dinossauro que come pessoas por aí nos dias atuais?”), Parece que as perguntas são agora usadas no lugar do pensamento bom e claro e certamente sufocaram o uso de nossa intuição.

Há questões externas – as que perguntamos às outras pessoas. É para isso que as perguntas foram originalmente destinadas. Faça uma pergunta, obtenha uma resposta. “Você vai comprar leite na padaria?”, “Como você está?”, “A que horas a reunião começa?” Mas agora há tantos outros tipos de perguntas a ponto de a pergunta básica ter perdido o seu impacto. Você sabe o que quero dizer? Apenas perguntas demais.

Você já ouviu falar de uma pergunta retórica? Uma pergunta retórica é uma figura de linguagem na forma de uma pergunta que é feita para fazer valer seu ponto de vista em vez de evocar uma resposta. Embora uma pergunta retórica não exija uma resposta direta, em muitos casos pode se ter a intenção de começar uma discussão ou pelo menos obter um reconhecimento que o ouvinte compreende a mensagem desejada.

Seus pais podem ter feito perguntas retóricas como: “Você não pode fazer nada certo?” Ou “Você chama isso de limpar direito o seu quarto?” e “Você acha que vai para a faculdade com essas notas?”

As perguntas deles foram destinadas a não perguntar sobre sua capacidade, mas sim insinuar a sua falta de capacidade. Embora às vezes divertidas e até mesmo humorísticas, as questões retóricas raramente são destinadas a simplesmente um efeito cômico. Você está finalmente entendendo meu ponto sobre o uso excessivo de perguntas?

As perguntas que mais me interessam são as perguntas que fazemos a nós mesmos. Perguntas a si mesmo e questionamentos de si mesmos. Eles são os enteados da Dúvida; a maioria deles são desnecessários e inúteis.

“Este artigo é bom o suficiente?” Eu poderia me perguntar enquanto estava digitando no teclado. “Será que isso importa?” Em outras palavras, “Para onde é que esse auto-questionamento me leva?” Não vai me fazer um melhor escritor. Não vai conseguir mais pessoas para ler o meu artigo. É apenas uma confusão mental, bem lá junto com a sujeirinha do umbigo. Simplesmente não serve a nenhum propósito.

Tobias fez referência à Questão das Questões há muitos anos. Ele disse que toda vez que você faz uma pergunta, uma “sonda” é enviada para o universo até que a resposta seja encontrada. Às vezes, as respostas vêm rapidamente (“Vamos jantar às 19:00h hoje a noite”), enquanto outras vezes as perguntas sondam ao redor do universo em busca de uma resposta para muitas vidas (“Qual é o significado da vida? ).

No curso Journey of the Angels (Jornada dos Anjos), Tobias falou sobre o nosso pecado original, nossa pergunta original depois de atravessarmos o Muro de Fogo: “Quem sou eu?” Essa única e simples pergunta nos lançou até uma série interminável de experiências e vidas, todas em busca da resposta a essa pergunta. (Nota: A resposta a essa pergunta é “Eu Sou O Que Sou”. Você pode parar sua pesquisa agora.)

Claro, muitas perguntas são respondidas ao longo do caminho, mas você pode imaginar quantas perguntas ainda estão por aí, procurando respostas?

A busca entra em seus sonhos à noite, com essas “sondas” explorando o passado e o futuro para encontrar o significado. Em seu estado de vigília, as perguntas não respondidas estão buscando resolução enquanto você segue com o seu dia. Eles são um tipo de Aspecto, programado para pesquisar e pesquisar e pesquisar até encontrar a resposta. Você pode imaginar como isso afeta a sua clareza, para não mencionar uma boa noite de sono?

Perguntas tornaram-se tão arraigadas em nossas vidas que não percebemos que não precisamos de perguntas para perceber as respostas. Confuso? Vamos usar esta pergunta Shaumbra comum como exemplo: “O que eu preciso fazer para me tornar um Mestre encarnado?”

Quando esta pergunta interna é feita, uma sonda sai em busca de uma resposta. Ela procura em seus bancos de memória e, falhando em encontrar a resposta, ela sai para o cosmos. Claro que o universo não tem a resposta assim ele sai para o cosmos. O cosmos é realmente grande, então ainda está lá fora procurando.

Você, o criador da pergunta, tem um sentimento instável porque a pergunta ainda está saltando em torno do cosmos. É uma sensação de estar “incompleta”. Junte isso com milhões e milhões de outras perguntas não respondidas e logo você estará sobrecarregado. Você percebe que isso pode levar à exaustão, ansiedade e depressão?

O que fazer?? Simples. Não faça a  #$@%&  da pergunta!

Em vez de perguntar o que você precisa fazer para se tornar um Mestre encarnado, simplesmente SEJA o Mestre. Nenhuma pergunta é necessária porque a resposta já está dentro de você.

No momento em que você fez a pergunta, uma sondagem sai para encontrar a resposta. Mas de fato, não havia necessidade de uma pergunta porque você já é um Mestre…, você sempre foi um Mestre. Ninguém mais tem a resposta, nem mesmo o universo.

É o Ato de Consciência sobre o qual o Adamus fala: Aja como um Mestre em vez de perguntar o que é ser um Mestre.

Não faça a pergunta; simplesmente permita-se perceber. É um pouco complicado no início porque ficamos tão acostumados a fazer perguntas. Sua mente vai quase insistir em elaborar uma pergunta, mas tome uma respiração profunda e apenas “torne-se” o Mestre.

Sua mente vai questionar a legitimidade de “perceber” ao invés de “questionar” porque, bem, a mente gosta de questionar tudo. Você sabia que as perguntas são a paixão do cérebro?

Nem todas as perguntas são ruins. Eu acabei de perguntei à Linda o que ela quer para o seu aniversário (1 de março). Ela sorriu docemente e respondeu: “Só você.” Mas eu já sabia a resposta antes de fazer a pergunta (eu já tinha decidido o que dar para ela), então eu acho que realmente não era uma pergunta.

Eu afirmo que podemos reduzir drasticamente o número de perguntas que fazemos a cada dia, especialmente as questões internas como “Onde está a minha iluminação?”

Quando a pergunta não é feita e a percepção é permitida, de repente nos tornamos o Mestre.

A procura cessa. Então o Mestre sai das sombras do Eu Sou.

Então, o que eu vou dar para a Linda no aniversário dela, você pergunta? Espero que você terá a resposta em breve através de uma foto no Facebook e você pode trazer essa pergunta-sonda de volta para casa.

Por favor, respeite os créditos ao compartilhar
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – http://www.decoracaoacoracao.blog.br
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – https://lecocq.wordpress.com
http://www.novasenergias.net/circulocarmesim/shaunews.htm
Tradução: Léa Amaral – email: lea_mga2007@yahoo.com.br

LUZ!
STELA

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