A ESCRAVIDÃO HUMANA E O VEGANISMO

Por Michele Martini e Thiago Strapasson
18 de abril de 2017

Tenho lido e relido a mensagem do amado pai velho, mas ainda assim só o que vejo são as pessoas serem movidas como gado, serem tratadas como escravos e colocadas em um patamar de igualdade, mas em posição inferior, como se fossem números, a contar mais um $ para o faturamento do mês.

O que vejo são as pessoas que não rendem tantos $, serem descartadas ao léu, como se fossem aquele gado que não mais oferece o seu suprimento (carne ou leite) para aquele que o explora e consome o seu produto.

Sob essa ótica, ampliei o campo de visão, que me fez compreender o porquê da existência do veganismo. O que move alguns ativistas a cometerem atos de vandalismo e até violência, movidos pelo sentimento de injustiça que nasce no coração quando veem um ser vivo, ao qual dedicam o olhar amoroso, ser tratado dessa forma.

Como fazer então para controlar essa revolta no coração, que faz compreender o motivo de tanto sofrimento, e que vamos levando por várias encarnações como um sentimento de insatisfação com a própria vida, contra o sistema onde vivemos?

Como mudar esse patamar, como mudar essa realidade que se apresenta a nós, de forma efetiva, e sem violência ou revolta?

O pai velho ensinou que, estando na senzala, podemos levar a luz, podemos pitar o nosso fumo, e deixar para lá todo esse quadro de sofrimento que se apresenta diante de nós. Pois apenas passamos a focar em algo pequeno, e é até onde podemos alcançar para que possamos de fato fazer algo a respeito do que nos corta o coração.

O sentimento que aparece é de fugir da senzala, ou permanecer nela sendo taxados como loucos, radicais, contraditórios em vista de tudo o que as pessoas consideram como normal e saudável. Nós começamos a absorver todo esse sofrimento, pois alimentamos dentro de nós o sentimento de revolta.

Mas e se simplesmente fizermos o que o pai velho ensinou? Pitar o nosso fumo, e deixar para lá o sofrimento, escolher não olhar para ele, e sim olhar para o nosso interior, encontrar a nossa luz, e então dessa forma passarmos a viver na nossa luz?

Seremos a luz maior ainda a irradiar dentro da senzala, e que vai de fato iluminar as vidas daqueles que não precisam de alguém revoltado a comprar a sua causa, mas sim de alguém para acalentar os seus corações.

Alguém que observe o seu sofrimento, e com amor estenda a mão, ajudando a passar pela estrada nebulosa da vida de sofrimento, mas que faz parte da história daquele Ser. E que se faz parte, alguma lição terá, e, portanto, a nossa revolta não seria apenas contra o sistema, mas sim contra o fluir natural da vida daquele ser, que está apenas a trilhar a estrada dele, a que ele escolheu.

Por muitas vezes, vemos as pessoas sofrendo, serem levadas como escravas de um sistema que tenta impor as regras para as suas próprias vidas, mas na verdade apenas elas estão trabalhando a cura através da experiência. E quando olhado através dos olhos da matéria, vemos apenas sofrimento, mas que na verdade ali há muita luz.

Assim como me ensinou a Mestra Rowena, que veio lembrar o quanto somos luz, e agregamos elementais em nossa volta, a caminhar conosco, para nos dar todo o suporte para conseguirmos atingir o nosso objetivo, que é o aprendizado.

Assim como os elementais, o papel importante é daquele que apenas está ali a dar o suporte. Mas não aquele que se rebela contra o sistema. Uma visão que me veio agora é engraçada, imagine um bando de duendes, elfos, fadas e salamandras a se rebelar contra o sistema? O protesto dos duendes! Hahahha

Realmente diante dessa visão começo a entender o amado Pai José pitando o seu fumo no meio da senzala durante a época da escravidão, sem se deixar envolver pelo sofrimento, e apenas ali, disponível para aliviar o sofrimento daqueles que estão ainda envolvidos nessa ilusão, na mesma ilusão que muitos de nós estamos envolvidos.

A rebeldia pode nos levar, por várias encarnações, a buscar vingança, levantando a bandeira da justiça, mas que, quando vemos todo o estrago que cometemos, começamos a perceber que nos tornamos os criminosos e deixamos de ser os mocinhos. E então viemos novamente para resgatar e tentar compreender esse processo.

Essa é a oportunidade da cura, da minha e de tantos também, que estivemos sim envolvidos em meio a ambientes e situações, dentre várias encarnações, e muitas vezes na atual também, onde percebemos a injustiça ocorrer, a escravidão mascarada que ainda faz parte da nossa realidade, tanto de pessoas como de animais.

A humanidade não apenas escraviza os animais, mas também está escravizada, pela própria mente, que faz com que nasça a rebeldia, a contradição, a revolta, e é de onde nasce o sentimento de não pertencimento, e que impede de encontrarmos a paz e a plenitude.

Assim como tantos outros, somos os justiceiros, mas também os algozes, somos os pacificadores, mas também os adoecidos que necessitam de amor e de compreensão. Somos aqueles que foram colocados dentro de uma realidade para que seja compreendida uma lição. E essa lição todos os pretos velhos vieram nos ensinar, a lição e a estrada da própria libertação.

Pois não foi na abolição da escravidão que ela deixou de existir, e sim perdura até hoje, mas apenas pelas nossas mentes, que fazem questão de se manterem presas nesse pensamento, e que não olha a estrada de luz trilhada pelos pretos velhos, que foram os únicos negros a se libertarem da escravidão.

Todos os demais escravos naquela época, os negros, os judeus, os holandeses, todos os que foram vítimas do holocausto, ainda estão escravizados em suas próprias mentes, se não decidirem se libertar desse pensamento que traz tantas lembranças de sofrimento, e que traz também a ânsia por justiça.

Mas quando estendemos as mãos aos nossos algozes, mostrando a eles que podemos pitar o nosso fumo dentro da senzala, levaremos a bomba de amor dentro do olho do furacão, e que realmente será a abertura para que a cura de todos aconteça, a cura daqueles que são os escravizadores, assim como a dos que estão conosco na senzala, inseridos nessa ilusão, onde nos ajudamos mutuamente para tentar nos fortalecer para manifestar um mundo de paz e amor, mas que apenas acabamos nos unindo para sofrermos juntos, sem conseguirmos manifestar alguma mudança, justamente porque apenas estamos compartilhando a nossa dor, e não a nossa cura, estamos compartilhando a revolta contra o sistema, e não o amor para com os que controlam esse sistema.

Estamos nos rebelando contra algo que é apenas uma ilusão, e que apenas existe para que exista uma forma de nos libertarmos desse sentimento de escravidão, que trouxemos de tantas vidas que se passaram.

Estamos aqui vivendo a nossa libertação, se aceitarmos seguir o caminho do preto velho, pitando o fumo e seguindo rumo ao resplandecer da luz e do amor dentro da senzala.

Trago aqui essas palavras, meus queridos, pois eu assim como muitos de vocês, estivemos na posição de escravos, fui em uma antiga encarnação uma menina judia, que viu todas as formas de crueldade que podem ser feitas com um ser humano, e que traz à lembrança apenas do sentimento de revolta que é acendido quando observo algum ato de crueldade e escravização de seres humanos, o que um tempo atrás era em relação aos animais, quando criei vários inimigos por me rebelar contra a crueldade e os atos de desamor.

Hoje, ao ver a situação que passa o país, a maneira com que alguns trabalhadores são tratados, onde sofrem sentindo-se escravizados de um sistema onde se sentem presos porque necessitam pagarem as suas contas e sustentar a sua família, onde vários estão desempregados, trabalhando de Uber, ou mesmo trabalhado em empregos provisórios, onde são tratados como escravos e assim se sentem, sem ao menos sentir satisfação e alegria naquilo que fazem, mas apenas se sentindo presos, sem terem para onde fugir.

Ao ver tudo isso, corta o meu coração em saber que não há nada que eu possa fazer, que a mim apenas resta observar, pois também faço parte dessa senzala, e assim como ensinado pelo nosso amado Pai José, estou aprendendo a levar luz para auxiliar, em vez de me revoltar, para que eu possa definitivamente contribuir de alguma forma para manter a minha paz e a daqueles que decidirem me observar.

Mas para isso a estrada é longa, a desvinculação de um registro de sofrimento de escravidão, dos prisioneiros do holocausto, é algo que causa reações das mais diversas nos seres humanos, mas que podem ser curadas com amor.

Então, acessando a raiz do sentimento de revolta, percorrendo o fio energético que liga ao registro Akashico, e que mostrará a causa real dessa sensação, poderemos iluminar o nosso registro. E assim faço, e assim farei até que todas as lembranças de sofrimento estejam curadas, até que esse sentimento de revolta seja substituído pelo mais puro amor. E que ele possa ser irradiado a todos na senzala, a seguir o caminho ensinado pelo preto velho.

Então, dessa forma, ainda dentro da senzala, passamos a descobrir a nossa verdadeira identidade, como portadores da luz e da esperança.

Ajudaremos a todos levando palavras de amor, sem interferir na caminhada e na escolha de cada um, permitindo que se faça o livre arbítrio, mas seremos apenas a luz, a mostrar como é possível estar aí dentro daquele lugar, mas ainda assim estar dentro de nós mesmos, mostrando como é o outro olhar da vida, o olhar de amor e esperança, de fé e de beleza, de paz e harmonia. Que já está presente ali, mas que se não for encontrado dentro de cada coração, nunca poderá ser percebido no externo.

O nosso papel nesse ambiente, é apenas encontrar esse reino dos céus dentro de nós mesmos, e mostrar a todos o que é a vida real, e não a ilusória baseada no sofrimento e na dor. Mostrar como tudo pode ser mais lindo, tudo pode ser vivido em paz. Mas só poderemos encontrar essa força dentro de nós, ali temos o combustível que nos move, que nos inspira, e que criará a realidade que dali trazemos, que é apenas a manifestação da luz.

Por isso, é tão importante a conexão com o Eu Sou. Antes mesmo dos estudos e das leituras, mas o encontro consigo mesmo, a conexão com essa fonte de luz e de paz e esperança que temos dentro de nós, que nos dará o combustível necessário para nos libertarmos da escravidão da mente.

Encontraremos a porta para sentir a presença Eu Sou que irradia nossos corações, ao nos despirmos das bandeiras de justiça, ao aceitarmos a vida como se apresenta na nossa frente, entendendo que cada um no planeta está vivendo seu aprendizado prático de alma, tendo a chance de demonstrar sua maestria diante das situações da vida. Eis a porta à irradiação da presença Eu Sou em nosso coração, a simples confiança em Deus.

Ao abrirmos essa porta, despimo-nos dos personagens, e nos vemos como aqueles que foram colocados dentro de uma realidade, para que compreendamos a lição aprendida nas escolas teóricas da alma, permitimos a irradiação da presença Eu Sou e de toda sabedoria cósmica de nossa alma, em todas as existências.

Ao acessarmos essa fonte de luz, a partir do silêncio interior, ancoramos as soluções de todos nossos problemas, através da libertação da sabedoria da presença cósmica de nossa própria essência.

Sabedoria essa que não é trazida através de palavras, mas sim da irradiação, de sensações físicas, por isso apenas somos capazes de ouvi-la quando nos despimos das bandeiras da matéria, e fazemos como o Pai José veio nos ensinar, permanecendo de forma simples, pitando o fumo, mesmo em meio ao caos.

Pois assim como os nossos corpos são capazes de sentir a energia contida nos registros de sofrimento, também são capazes de buscar as informações de sabedoria, mas para isso precisamos permitir-nos sentir as energias que transpassam as nossas células corporais. E fazemos isso ao nos despirmos do olhar do justiceiro, que tantas vezes se tornou o algoz em razão de uma causa considerada justa.

O olhar benevolente permite a irradiação dessas energias, e então, somos capazes de compreender como o Gandhi obteve, em paz, a libertação de uma pátria: apenas ouvindo a presença Eu Sou que guardava em seu coração. Fazendo como Pai José, que se manteve em paz na senzala, como também o Mestre Jesus, que clamou pelos seus irmãos que o crucificaram.

Haverá um determinado momento que apenas a presença Eu Sou será ouvida, a mostrar que o jogo foi compreendido. Mas esse estado somente será encontrado quando formos capazes de escutar essa presença Eu Sou, não através de palavras, e sim na forma de irradiação física, desconectados da mente. A mente necessita estar livre de bandeiras, de causas e da busca pela justiça.

Ao tomarmos contato com essa presença, uma sensação de leveza e bem-estar nos envolverá, sentiremos o frescor que simboliza a entrega para com a vida. Esse é o portal de abertura da sabedoria de nossa alma, a leveza de estarmos ancorados na paz interior, que se converte em sensações corporais agradáveis à alma. Não são necessárias palavras, mas sim apenas a permissão despida de preconceitos e julgamentos.

Nesse estado, toda a história cósmica de nossa essência, que está armazenada em nossos registros, pode ser acessada. Toda sabedoria aglutinada através de nossa intuição, passará a nos mostrar o caminho de engrandecimento da alma na experiência material. Ao acessarmos esse registro, encontraremos aglutinados em nossa memória, todos os ensinamentos que acumulamos nas várias experiências cósmicas de nossa alma.

Necessitamos compreender que não viemos aqui apenas para aprender, mas também para testar os ensinamentos acumulados.

O objetivo da experiência material é testar a sabedoria aglutinada no registro akashico, que dentro do esquecimento e obscuridade da experiência em dimensões mais densas, deve estar transparente, ao ponto de se tornar uma verdade intransponível à irradiação da sabedoria e verdade contida em nossa essência.

No plano maior da existência, a alma testa os seus conhecimentos, aglutinando-os através de experiências concretas, onde comprovam que o ensinamento foi convertido à alma, e não apenas em palavras, mas sim em experiência profunda testada e vivida. Por isso a necessidade das experiências onde aplicaremos a sabedoria em meio ao sofrimento da senzala, mostrada pelo Pai José.

Essa sabedoria cósmica de nosso registro Akashico é compartilhada com a presença Eu Sou, que é uma consciência vinculada primordialmente à nossa Alma.

A Divina Presença Eu Sou, portanto, está conectada em nós em todas as experiencias encarnacionais, e então essa presença Eu Sou conecta-se a algo maior, chamado de Alma. Há uma troca quando o ser se despe de seus julgamentos e preconcepções, quando recolhe a bandeira da justiça e levanta o sinal da paz. Nesse estado ocorre o acoplamento perfeito entre a alma em sua experimentação, e a presença Eu Sou em sua sabedoria.

Todos os registros cósmicos contidos nos Registros de Alma são compartilhados com a presença Eu Sou, e absorvidos como experiência coletiva, que se converte em luz a toda criação. Por isso, quando decidimos conectar à presença Eu Sou, e irradiamos a luz na “senzala”, estamos também iluminando toda a criação, através da conexão mais elevada da Alma.

Há uma troca, na qual nós aglutinamos experiências à presença Eu Sou, enquanto essa Presença Eu Sou nos irradia com a sabedoria necessária a vencermos a experiência material. É uma troca que somente acontece com aquele que está proposto a buscar o seu silêncio, a sentir os seus corpos e as suas vibrações, a se abrir à intuição além da mente.

Isso é escutar o coração. É permitir que a Presença Eu Sou nos irradie em toda a essência de nossa Alma, livres dos conceitos e da visão restrita da matéria.

Assim a Presença Eu Sou se subdivide em inúmeros braços de experiências, todas buscando aglutinar essas experiências ao registro geral.

Então as experiências que vivemos no planeta têm como função nos testar, justamente com os ensinamentos acumulados ao longo das eras. Essas experiências têm a finalidade de afirmar o quanto aglutinamos de experiências em todas as nossas existências, de forma concreta, e não apenas em escolas da Alma, mas sim na vida em prática.

Ao ouvirmos dizer que vivemos em um planeta-escola, devemos compreender que não se trata de uma escola teórica, mas sim prática, onde a nossa Alma deve se mostrar madura, para manter o contato com a presença Eu Sou em qualquer ambiente que estivermos, buscando a Sabedoria Universal, e permitindo que ela irradie em sabedoria resplandecente na nossa experiência física.

Cada braço da Divina Presença Eu Sou, é uma porta que agrega ao Registro Cósmico experiências das mais diversas dimensões. Cada Fractal guarda em seu coração a energia Eu Sou, e recebe em seu registro cósmico o conjunto de experiências monádicas.

O propósito de estar na Terra, é o de se mostrar apto a ancorar essa sabedoria, aglutinada ao longo das eras, mantendo essa sabedoria nos meios mais adversos possíveis da criação.

Os Fractais, extensões da Divina Presença Eu Sou, acumulam no registro universal aquilo que agregará ao todo monádico, que é muito mais extenso do que a simples compreensão cósmica da alma.

Mas de nada adianta uma biblioteca fechada, com livros guardados, pois essa sabedoria somente terá valor ao acessarmos esses registros através do silenciar da mente, e então seremos capazes de nos mantermos em equilíbrio em nós mesmos, ainda que em meio à toda a ilusão que transpassa diante de nossos olhos.

Nós nos unificamos através de uma presença única que irradia a nós todos, porém que permite com sabedoria, que cada um busque aquelas experiências que agregarão luz a todos. Mas, ao vivenciarmos essa experiência, podemos buscar essa sabedoria no registro geral, que é justamente o que chamamos de “ouvir o coração”.

Ouvir o coração é buscar a sabedoria Eu Sou, e transformar em experiência concreta aglutinada e testada.

Se compreendêssemos quão extensos podem ser os registros cósmicos agregados à alma, redefiniríamos a nossa forma de viver. Mas isso não interessa à Divina Presença Eu Sou, porque ela deixaria de ter as experiências necessárias à nossa evolução, e nós deixaríamos de testar os conhecimentos acumulados.

A Divina Presença Eu Sou, que guardamos em nossos corações, redefine o nosso propósito, através da reorganização de nossas extensões, quando passamos com louvor nos testes da vida. A nossa experiência não existe, porque ela é a própria unificação de expressões em uma só consciência, sem limites de expressão. A beleza do universo é surpreendente, a magia e a diversidade de experiências incorporadas em um único Ser.

Quando cada Fractal tiver vivido experiências suficientes ao seu desenvolvimento, o único trajeto será a reunificação, porque a alma já estará madura, a incorporar inúmeros planos dimensionais sem que um interfira na evolução do outro. Tudo é observação da presença Eu Sou às suas extensões, que em momento oportuno se reunificará energeticamente em uma única experiência.

Assim é o Cosmo, onde tudo é extensão da Fonte, que é a energia primordial que absorve a gama de experiências em toda a criação.

E assim é.

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DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – http://www.decoracaoacoracao.blog.br
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Grata Thiago!

LUZ!
STELA

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