PERÍODO DE AJUSTES ENERGÉTICOS E O FENÔMENO DA “VERTIGEM”

Por Pedro B. Alvim

Tudo que vou escrever tem base em pesquisas, meditações, canalizações, auto-observações e inúmeras conversas que tocam o assunto nos últimos meses. Humildemente trago apenas o que sei: nada mais, nada menos. Qualquer dúvida, apontamento e correção de incoerência fatual serão muito bem vindos.

Quem pesquisa sobre espiritualidade, medicinas holísticas sagradas, holísticas e ancestrais, profecias, astrologia e formas de interpretar energias já deve ter lido sobre a importância dos tempos em que vivemos.

Estamos coletivamente atravessando campos de energia porque a Terra está atravessando o espaço no fluxo do Sol ao redor da galáxia: cinturões de fótons, explosões solares, alinhamentos planetários.

Diversas energias interagem com todos nós diariamente, fatores que a mente humana ainda não é capaz de entender por falta de instrumentos teóricos e práticos. Mesmo a pessoa mais inteligente da Revolução Francesa teria dificuldade para entender o Wi-Fi…

Mas o que acontece é que o nosso corpo sente essas mudanças de energia e reage, comunicando-se.

1º Fato: o corpo é inteligente e se comunica com a nossa consciência.

Sabemos que quando levamos um susto ou sustentamos um estado de pânico e medo, o corpo se estressa soltando adrenalina e outros hormônios. Isso acontece para praticamente todas as interações que temos diariamente: da felicidade ao prazer, do chocolate ao sexo, da briga ao arrependimento.

2º Fato: o corpo físico está intimamente ligado ao corpo emocional.

A medida que nossas emoções mudam, nosso corpo físico reage na mesma medida. Quem é muito ansioso terá problemas de prisão de ventre, quem é inseguro costuma ter indigestão, quem segura rancores por muito tempo cria tumores… tudo tem uma raiz emocional, quer acreditemos ou não – quer tenhamos consciência ou não.

3º Fato: a mente humana é consciente de apenas uma parte dos processos que ligam as emoções ao corpo físico.

A consciência humana tem sido limitada por diversos fatores ao estado de “sobrevivência” nos últimos milênios. Isso gerou uma mente carregada da necessidade de controle e padronização de mecanismos/comportamentos/hábitos que nos garantisse os meios seguros de sempre sobreviver: caçar, coletar, trabalhar etc.

De certa forma, esse “aparelho” que cria esses padrões pode ser chamado de Ego.

O Ego não se preocupa se a comida A é mais nutritiva que a B, desde que sacie a fome imediatamente; ou se a resposta agressiva é mais prejudicial que o silêncio, desde que encontre um terreno (emocional e contextual) em que esteja acostumado a agir.

Poderíamos dizer que o Ego “mente” para ter o controle, mas se trata simplesmente da soma de um estado de inconsciência com hábitos rudimentares.

4º Fato: a mente é capaz de mudar os processos emocionais (e, consequentemente, físicos) se auto-observar seu desenvolvimento e desenvolver consciência do que acontece no processo.

É assim que nos curamos de traumas e superamos bloqueios. Bons terapeutas observam conosco esses processos e trazem à consciência o que acontece. A compreensão plena é sempre individual.

E o que isso tem a ver com as mudanças na Terra?

A Terra é, em si, um ser vivo e nós fazemos parte dela.

Somos um só ser vivo, em simbiose.

Se ela muda, nós nos adaptamos: se o inverno é rigoroso, fazemos fogueiras, colocamos mais roupas; se faz calor, bebemos mais água, buscamos sombras; se há mais informação no ambiente, ficamos mais estimulados, interagimos mais.

Se a informação é positiva, tendemos a reagir positivamente, com confiança, entusiasmo, amor.  Se for negativa, o costume instintivo é o medo, insegurança, raiva e outras frequências mais baixas.

Percebemos, muitas vezes, que a forma como essa reação emocional se manifesta é uma escolha, com dramas, explosões, estresses, ou julgamentos, frieza, ceticismo, ou paciência, discernimento, calma. São sentimentos diferentes de enfrentar uma mesma situação a partir da mente.

Pois bem, todos estamos passando por processos muitos semelhantes nos últimos tempos: redescobrindo feridas, sonhos e dons, compreendendo nossos caminhos, independente do quão “espiritual” alguém é (não existe essa hierarquia, espiritualidade é simplesmente fazer-bem, não é uma corrida – cada um faz da maneira que pode).

Nesses processos, muito provavelmente, você teve muitas revelações que o fizeram entender a raiz de diversos bloqueios que sempre estiveram lá e, muito provavelmente, você teve vontade de mudar hábitos de comportamento e saúde.

Tirar ou colocar comidas na alimentação, realizar esportes ou práticas de equilíbrio, meditar, estudar sistemas terapêuticos, tratar melhor sua mãe, pai, irmão, cachorro.

Cada uma dessas escolhas envolvem amor, amor-próprio, compaixão por si mesmo, pelo mundo e uma fome de inteligência e mudança. Quanto mais compaixão, mais você sente e compreende o mundo ao seu redor e a si mesmo. Quanto mais amor, mais consciência.

ISSO é estar conectado com a Criação, a Fonte da Vida. Isso é ser Deus / Deusa em si mesmo.

Não há controle sobre o externo, mas Harmonia.

Bom, nessa harmonia inata, nós e a Terra compartilhamos campos magnéticos.

Algumas pesquisas já apontam para a interação entre as mudanças de frequência do planeta em sincronia com as nossas (Ressonância Schumann).

E essas mudanças estão mais intensas por conta de diversos alinhamentos.

Teremos dois eclipses esse mês: o Lunar, dia 7 de agosto, e o Solar, no dia 21.

Parece lugar comum, mas há alguns anos estamos tendo diversos eclipses periódicos, na faixa de três ou quatro por ano.

Em Universo inteligente, nada é por acaso. Isso intensifica energias, proporciona momentos cada vez mais claros da verdade sobre nós mesmos e o mundo.

(Não é a toa que a política hoje é só sobre “lavar” as coisas: alguém acendeu a luz e viu que o quarto está muito, muito sujo. Uma parte da humanidade tem que fazer essa limpeza publicamente ao som do antigo blues-neon melancólico da mídia e percebemos)

Nesses clarões de consciência, mesmo que nossa mente saiba o que devemos mudar em nossas vidas para desbloquearmos, nos curarmos e alcançarmos certos objetivos, o corpo físico não pode se adaptar tão rapidamente e o subconsciente ainda está trabalhando em águas profundas do emocional.

Existe um tempo de adaptação entre o conforto e a saúde do corpo e as questões emocionais que trabalhamos toda vez que, por exemplo, deixamos de comer um pedaço de carne, ou seguramos um assana por mais tempo no yoga, ou consagramos uma medicina da floresta numa roda, ou pedirmos desculpas depois de brigar com a companheira.

Daí você está andando na rua, ou deitado na cama, querendo apenas estar bem ou não querendo nada, e sente sintomas como uma espécie de vertigem, fluxos de energia andando pelo corpo, tremores incomuns ou concentração de frio/calor em alguma parte.

Por algum motivo, esse é o melhor momento para o alinhamento espírito/mente/emocional “atualizar” seu corpo físico, talvez porque sua mente estivesse mais livre naquele agora ou porque tenha descansado bem durante a noite.

Nesse momento, o corpo se cristaliza e a sensação é como se a matéria mudasse. Cada parte do corpo ganha um peso próprio e a leve impressão de que está à parte do resto, ao mesmo tempo que se faz muito presente.

De qualquer maneira, esses sintomas de energia são comuns porque estamos ficando mais conscientes deles e o melhor a fazer é aceitá-los. Não são dolorosos ou assustadores, apenas exigem que mantenhamos atenção e dediquemos nossa boa vontade.

Conselhos em casos dessa “vertigem energética”:

– Respire se concentrando na sensação, observando.

– Procure um ritmo dentro do seu corpo, como se a respiração e a energia fossem uma.

– Pense coisas boas. Os maus pensamentos são ecos que não importam.

– Beba água.

– Ouça seu corpo e sua intuição: você é mestre de si, o que te fará melhor nesse agora? Não duvide de si mesmo, não há manual de certezas quando se trata de estar consciente de si.

– Priorize alimentos que elevem tua frequência para se manter tranquilo, equilibrado.

– Perdão: Se durante a energia surgir alguém ou uma situação difícil na sua memória, perdoe e pronto, fim. O perdão é a ferramenta mais profunda de libertação e pode ser trabalhado 90% internamente, sem precisar “pedir desculpas”. É simplesmente desapego, engolir o orgulho e perceber o espelho que somos um do outro.

– Siga seu fluxo criativo e os insights que pode receber: essas vertigens muitas vezes trazem “vácuos” na mente que podem ser preenchidos de boas ideias e muita clareza.

No mais, mantenha a serenidade e voe bem!

Os problemas surgem de dentro, e do mesmo modo as soluções.

Sugestão de leituras:

Manual para Ascensão – Serapis Bey – clique aqui

Livro de Ouro de Saint Germain – clique aqui

O Livro Tibetano dos Mortos ou Bardo Thodol – clique aqui

Pedro B. Alvim

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DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – http://www.decoracaoacoracao.blog.br
DE CORAÇÃO A CORAÇÃO – https://lecocq.wordpress.com
Pedro B. Alvim – pedro.balvim@gmail.com
Grata Pedro!

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