EXCLUÍDA E LIVRE

Mensagem de Jennifer Hoffman
21 de Março de 2019

Quando alguém me excluiu recentemente, fiquei um pouco surpresa porque achei que ela estava sendo realmente imatura. Na nossa idade (somos da geração anterior ao celular, internet e mídia social), eu acharia que uma ou duas conversas seriam apropriadas.

Mas é tão fácil excluir alguém e fazê-lo desaparecer da sua vida hoje! Às vezes, temos essas conexões virtuais com pessoas que nunca conhecemos pessoalmente, mas quando nos tornamos inconvenientes ou nossas opiniões ameaçam sua câmara de eco pessoal, basta clicar no botão e estamos fora.

Mas isso é uma bênção, ou um insulto?

Neste caso, considerei isso como uma bênção porque, francamente, eu estava cansada de ser um acessório opcional na vida dessa pessoa. Eu fui bem-vinda quando fui necessária, ignorada quando já não era.

Ela ficou feliz quando eu estive lá para contribuir com meu tempo, energia e esforço para ajudá-la a resolver seus últimos dramas da vida, mas quando minhas contribuições não eram mais necessárias, a porta para a vida dela se fechou.

Por que me permiti ser usada dessa maneira?

Essa era uma relação próxima e eu achava que essa pessoa era minha amiga, então me esforcei, abaixei e manipulei meus limites de energia pensando que estava lhe fazendo um favor e que isso estava ajudando na cura, no crescimento e na transformação dela.

Em retrospecto, eu estava apenas participando de um relacionamento multidimensional e unilateral no qual eu via um grande potencial nela, mas que ela não via em si mesma. Eu estava lá para um longo curso, ela estava presente para o passeio, desde que fosse curto.

Nos “velhos tempos”, teríamos conversado ao telefone ou pessoalmente. Poderíamos ter falado sobre o problema e chegado a uma solução. Poderia ter sido uma situação bastante desconfortável com muitas pausas longas e resmungos, mas teria havido uma sensação compartilhada de conclusão e fechamento.

Os términos no mundo virtual ainda são desconfortáveis, mas de uma maneira mais privada e pessoal.

Eu não estou brava, mas estou aliviada, pois esta rodada final de interação e de “exclusão”’ me indicou a verdade de que eu poderia continuar nessa roda do carma com ela ou me afastar e me libertar.

Isso faz parte da nossa jornada de ascensão, deixar as pessoas irem quando elas nos dizem que elas foram o mais longe que podem e não podem ir mais longe.

Podemos continuar a empurrá-las um pouco mais, mas elas apenas nos excluirão, não convencidas de que nossas sugestões para o seu potencial são um sonho inatingível – porque para elas, ele é. Nós não fazemos favores a ninguém tentando convencê-los de que o que vemos neles é o que eles deveriam se tornar.

Os paradigmas atuais de energia mudam rapidamente, e a melhor coisa que podemos fazer é acender nossa luz, seguir nosso próprio caminho e deixar que aqueles que chegaram ao fim de seu caminho energético tomem outro caminho, enquanto somos acompanhados por aqueles que querem seguir para os próximos níveis de ascensão conosco.

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Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
Grata Regina!

LUZ!
STELA

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