O QUE POSSO FAZER PARA AMENIZAR DORES

– Transcrição de áudio O NOVO DESPERTAR de Ramina El Shadai –

No sábado passado eu recebi uma mensagem que dizia assim: “Bom dia, Ramina. Tudo bem? Está acontecendo muito acidente em BH. Primeiro do avião que foi aqui perto de casa e vários outros. Você indica alguma coisa que eu possa fazer para melhorar a energia e amenizar os acidentes? ”

Eu gostaria de responder essa mensagem em áudio, como faço com tantas outras perguntas que me enviam, porque estamos todos vivendo oportunidades de exercitarmos novas percepções com relação a nossa existência.

São várias questões aí: primeiro, que com relação a acidentes em BH, ou simplesmente com relação a acidentes e outros rompimentos, situações que mostram que algo está fora do lugar estão acontecendo em vários níveis, em todos os lugares, e em todas as dimensões, isso é o mais importante de se ter consciência. Depois, temos duas perguntas: primeira pergunta seria: o que fazer para melhorar a energia? E a outra seria: o que fazer para amenizar acidentes?

Estamos falando de controle, enquanto estamos buscando o que fazer por algo que eu considero melhor do que isso que está acontecendo. Estamos falando de vida linear, que é fazer algo para atingir outro algo. E estamos falando de crenças porque o que eu acredito é o que me leva a buscar alternativas de sobrevivência. Alternativas para uma melhor segurança.

Quando exercitamos a observação, aquela observação que tenho trazido recentemente, com mais relevância… quando exercitamos observar, sem o filtro da mente, sem o julgamento, a observação não vem acompanhada do pensamento que produz sentimentos sobre o que se observa. Já inicia uma nova percepção. Quando observamos os fluxos, os movimentos, vamos aprendendo a respeitar as coisas nos seus devidos lugares. Estamos aprendendo a enxergar propósitos.

Mas estamos falando de acidentes, de tragédias, de coisas que saem do nosso controle… estamos falando de situações que são a manifestação de algo que já era antes de se tornar uma experiência física. Só mudamos a realidade, quando mudamos o que produz a realidade.

Mudamos energia sim! Observando o que demos conta de ser, de fazer, de produzir, reconhecendo tudo que vibramos, reconhecendo que as crenças que sustentaram todas as nossas escolhas não fazem sentido num fluxo amoroso, reconhecendo que tudo que vivemos tem a mesma energia que nós vibramos. O que nós temos que mudar é algo que está antes de tudo que estamos querendo mudar.

Toda a nossa história tem fundamentos em vibrações de escassez que nos levaram a buscar tudo da forma como buscamos. E o tempo todo estamos falando de rompermos as crenças em nós. Isso é muito sério!

Quando falamos de crenças, ainda situamos as crenças em níveis mais rasos da nossa vida. Crença não é só você achar que não dá conta de alguma coisa, que está velho para fazer isso ou aquilo. As crenças estão enraizadas em nós e passaram a existir em nós, vindas de várias fontes: da nossa educação, da nossa primeira relação familiar, da nossa própria relação com as dificuldades, com os desafios, da nossa ancestralidade…

Então, quando eu proponho a vocês um encontro para aprender a lidar com a crenças é aprender a localizar em você tudo que faz você querer mudar tudo para ficar do jeito que considera seguro. É aí que a gente tem que mexer.

Quando falamos aqui, insistentemente de dores, falamos que não curamos as dores nas próprias dores. Quando falamos de desafios, a mesma coisa, não cuidamos dos desafios nos próprios desafios. Quando falamos de qualquer realidade, não há mais energia que sustente qualquer comportamento que seja estratégico para se alcançar alguma realidade desejada. Isso é que precisa ficar claro.

Amenizar acidentes é algo completamente controlador e não há porque mexermos nisso! O tempo não está mais em nossas mãos para continuarmos transformando a nossa história em marionete de nossas crenças e nossos pensamentos frágeis e ilusoriamente fortes.

Hoje, a vida pede apenas expansão de luz, da nossa luz individual e da nossa luz em unidade. Por isso, quando eu proponho algum encontro vivencial, eu só consigo ver a transformação acontecendo naquilo que a gente usa para criar a vida. A vida criada de uma nova forma é que vai começar a amenizar todo e qualquer tipo de dor.

As velhas forças da nossa velha forma de produzir vida precisam se romper. E se está se rompendo em nós, precisamos aceitar que tudo isso se faça na nossa história também.

Um acidente, um crime, uma tragédia são manifestações de um modelo de sistema que foi criado pela nossa forma de produzir vida. Estamos falando de humanidade. Estamos falando da energia que vibramos em nossa vida individual e da energia que vibramos na nossa vida coletiva.

A proposta da Terra é mudar a frequência, então, quando mudamos a frequência seguindo esse fluxo amoroso que é natural, aí sim, não é mais necessário vivermos tudo isso que estamos vivendo e que foi o que soubemos criar.

Sempre, a expansão de luz que eu ensino aqui, que ensino durante todos os encontros vivenciais que realizo é o que eu indico sempre. É energia que acolhe energia.

Mas você jamais vai expandir para luz atingir o que você quer, você expande luz para que essa luz acolha e integre a energia que criou uma realidade de dor. Expandir luz e deixar essa luz crescer e atingir distancias e dimensões que não estão no controle da sua mente.

Expandir amor e acolher o desamor. Isso é suficiente para mudar a vibração e usar uma nova ferramenta de co-criação, aceitando o que já foi criado, porém cuidando amorosamente! Essa expansão, inclusive, é capaz de te guiar para sábias escolhas com relação a medidas cabíveis quando está em seu domínio, a solução de uma questão.

A vibração do medo e da falta produz a dor. Quando você expande luz, o que te levará a agir nessa dor já será a vibração do amor.

No sábado, estava conversando com a mãe de uma colega da minha filha num encontro da escola e enquanto dizia que estaria em Recife, nos próximos dias, ela me disse assim: “vê se eu vou estragar minhas férias me contaminando de óleo. Eu pediria reembolso para a agencia de viagens”.

E eu respondi: é porque não estou de férias! Eu sempre entendo que estou onde devo estar. Vai que consigo ser um pouco de luz para o mar, que tem sido tanta luz para mim! Falei e ri! Ela ainda me respondeu: “síndrome de abajur!”

Esse foi o nosso diálogo. Estamos falando de fontes diferentes de expansão!

Ela não entende a minha linguagem, eu conheço profundamente a linguagem dela e consigo acolher na unidade. Percebem como nos separamos?! Nos separamos pelas ideias que foram formadas pelas nossas crenças! Quando nos reconhecemos em unidade não nos consideramos tão distantes, mas fica muito claro que vivemos exatamente a energia que criamos e vivemos a vida tentando combater.

Estar diante do mar em dor, para mim, é estar diante do mar! Eu posso ser amor, agora, então é isso que eu sou! E esse amor acolhe todo desamor, até que essa vibração se transforme numa densidade em que as coisas aconteçam assim na vida física. Alguns dizem que é uma questão de tempo. Talvez, uma questão de agora! De cada agora!

Eu te convido, agora, para juntos, sermos esse amor em expansão…. E essa energia sustentará o seu dia, suas escolhas e será luz para tudo que escolher vibrar luz… essa energia será o acolhimento de todo desamor que passar por você e é sua ferramenta amorosa de co-criação de realidade.

Vamos inspirar naturalmente…. Deixando nossa respiração profunda, sem barulhos, sem mexer os ombros… trazendo o ar beeeem profundo e soltando bem devagarinho também. Perceba você na sua natureza, usando seu potencial de abundância. Ar é abundância! Viva esse ar, sinta esse fluxo de ar…. deixa essa abundância tomar conta de você.

Então comece a sentir seu chacra cardíaco em luz… você pode sentir, você perceber que está aquecendo, você pode ver… deixa as sensações acontecerem, sem você se esforçar pra isso. Se não conseguir sentir, apenas tenha consciência que é luz. Saiba que é luz. Apenas isso. E deixa essa luz sair de você.

Inspire…. solte…. seja luz…. seja expansão de luz….
Luz sai…. então, a luz disponível também entra.
Um movimento intenso de entrada e saída de luz!
Uma verdadeira dança amorosa acontecendo em você e através de você.

Se permita esse fluxo amoroso!
Esse tempo é seu!

Agora, não fique buscando, apenas deixe vir para você qualquer possibilidade de desamor. Um desafio, uma relação doente, uma dor, uma doença, uma questão…. deixe vir o que estiver pronto para surgir para você. E o que surgir, traga para seu coração. Apenas envolta tudo nessa sua luz fortalecida.

Sinta a integração do desamor ao amor. Você é essa força de integração e acolhimento amoroso.

Esse é o movimento primeiro. Energia trocando energia. Onde tudo se cria. Agora sim! Você começa a ter consciência de que produz vida em amor. E isso é seu! O tempo todo! Cada vez que expandir luz vai adquirindo intimidade com sua fonte amorosa! Permita o seu tempo!

O agora é assim! Mostra o que já construímos e mostra o que temos para produzir.

Sempre que amenizamos dores, sempre que eliminamos dores, deixamos de conhecer as suas mensagens, os seus propósitos e acabamos fortalecendo os ciclos das repetições. Sempre que olhamos atentamente as dores e enxergamos seus processos e sua formação, a sua origem, conseguimos abrir mão dos velhos ciclos.

Deixe isso crescer em você. Saiba, profundamente, a partir de seu coração curado: a luz que EU SOU co-cria uma realidade amorosa para toda humanidade!

EU SOU RAMINA EL SHADAI

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