UMA MARÉ ALTA E UMA LONGA CORDA

MENSAGEM DOS ANJOS

canalizada por Ann Albers
12 de Junho de 2021

Você tem um ditado em sua Terra: “Uma maré alta levanta todos os barcos.” Gostaríamos de acrescentar: “Contanto que a corda que amarra os barcos ao cais seja longa o suficiente para resistir à maré!”. Você pode imaginar o que acontece com um barco amarrado por uma corda curta durante a maré alta? Você já sabe a resposta – ou a corda deverá arrebentar ou o barco irá inundar.

Pense em você como um daqueles pequenos barcos amarrados a uma doca. Imagine que o cais seja a base das crenças que você defendeu ao longo de sua vida – quem você pensava que deveria ser a fim de se considerar uma boa pessoa, o que você decidiu que deveria fazer para agradar aos outros, o que você sente que o torna amável, digno, desejável, espiritualizado, o que você acredita torna os outros amáveis, o que acredita que os outros devem ser para serem boas pessoas, etc.

Na medida em que você concedeu a si mesmo a liberdade de decidir quais crenças servem ao seu coração, a sua alegria e ao seu amor verdadeiro, e quais não servem, você concedeu a si mesmo uma corda mais longa. Na medida em que você se sente controlado por estas crenças e controlado por outras pessoas, você está amarrado a elas por uma corda muito curta.

Então, aqui está você agora, cercado por ondas gigantescas das mais intensas e belas energias de amor que o planeta Terra viu em séculos.

Como aqueles barquinhos, você está navegando na maré alta do amor, sendo verdadeiro consigo mesmo em um determinado momento e permitindo que os outros façam o mesmo ou, como um barco com uma corda curta, está sentindo os puxões, empurrões e tensões de ser amarrado a crenças e comportamentos não amorosos enquanto a maré alta do amor se esforça para libertá-lo.

Em termos muito práticos, isso significa que você se sentirá feliz e livre quando se permitir ser quem realmente é em um determinado momento e quando escolhe se sentir o melhor possível, independentemente das condições e comportamentos das pessoas ao seu redor.

Por outro lado, você se sentirá tenso, frustrado, irritado, paralisado ou exausto quando estiver amarrado a “quem você acha que deveria ser” e quando permite que sua alegria dependa das condições e comportamentos dos outros ao seu redor.

Por exemplo, suponha que alguém faça um pedido a você. Se você honestamente quiser fazer isso e faz, você se sentirá feliz, abundante e inspirado. Se você não quiser e gentilmente recusar sem qualquer culpa ou oferecer um plano alternativo, você também se sentirá bem.

Em ambos os casos, você está navegando na maré alta do amor ao amar a si mesmo o suficiente para honrar seu próprio coração e sua bússola interior. Você está amando o outro o suficiente para ser honesto com ele. Se ele aceita ou não sua resposta autêntica com graça, depende do comprimento de sua própria corda.

Agora, suponha que você não queira fazer este favor, mas o faz de qualquer maneira. Você é gentil, faz isso por dever ou porque se sente obrigado a ser uma pessoa amorosa. Neste caso, você não está realmente sendo amoroso consigo mesmo e desonesto com o outro.

Você está preso a crenças sobre quem você “deveria” ser e está lutando contra a maré alta do amor. Como resultado, você provavelmente se sentirá cansado, amargo, resignado ou simplesmente indisposto, dependendo do grau de desconexão de seus verdadeiros sentimentos.

Da mesma forma, se a sua felicidade depende da concordância ou do comportamento dos outros, ou das condições externas do seu mundo, você se amarrou diretamente a eles com uma corda muito curta! Você sentirá o stress e a tensão de lutar contra a maré alta do amor que deseja para dar a si mesmo a liberdade de criar e ser feliz, independentemente do mundo externo.

Querido, não é mais possível resistir confortavelmente ao amor que cresce dentro de cada um de vocês! Honre seu próprio coração. Seja verdadeiro consigo mesmo. Ame a si mesmo o suficiente para ser amorosamente honesto consigo mesmo e, portanto, amorosamente honesto com os outros.

Ame a si mesmo em seus momentos menos amorosos e tenha compaixão de si mesmo para escolher o próximo pensamento com melhor sentimento. Escolha seus próprios sentimentos. Crie a sua própria realidade por meio de uma vibração mais elevada e viva a sua vida livremente – sem amarras aos comportamentos ou crenças dos outros.

E então, quando você for autenticamente capaz de fazer isto, ame a luz – por mais fraca que ela seja – dentro do “não amável”, o suficiente para orar por sua elevação. À medida que você atiçar as chamas da verdade com suas orações e intenções amorosas por todos os seres, você permitirá que a maré alta do amor o eleve também.

As ondas do amor estão se elevando dentro de você. Não lute contra elas, querido. Seja gentil, e amoroso consigo mesmo. Liberte-se das condições externas. Respire, receba e saiba que o amor deseja muito “fazer seu barco flutuar” e levá-lo para uma realidade mais amável, mais honesta, autêntica e harmoniosa.

Pode ser um pouco turbulento enquanto você aprende a se libertar – tanto individual quanto coletivamente – mas cada vez mais você estará descobrindo como realmente é a liberdade de amar a si mesmo e aos outros. Logo, muito em breve, se ainda não ocorreu, você descobrirá que se parece muito com o paraíso na terra.

Deus o abençoe.
Nós o amamos muito.

Os Anjos

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Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

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