HO´OPONOPONO

Ho’oponopono – Oração Original
Por Regina Tavares

UMA AULA SOBRE O HO’OPONOPONO
Com Karla de Araujo

“Divino criador, pai, mãe,filho em Um… 

Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos, à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras e ações, do início da nossa criação até o presente, nós pedimos seu perdão. Faço isso na intenção amorosa de limpar, purificar, liberar, cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis em pura luz… 

Assim está feito. 
Eu sinto muito. 
Eu peço perdão. 
Eu te amo. 
Eu sou grato.” 

(Essa oração deve ser feita para harmonizar todas as áreas da sua vida.)

Oração Ho’Oponopono Completa

Divino Criador, Pai, Mãe e filho todos em Um.Se eu, minha família, meu parentes e antepassados ofendemos a tua família, parentes e antepassados em pensamentos, palavras e atos, desde o início de nossa criação até o presente, nos te pedimos perdão. Deixa que isso se limpe, purifique, libere e corte todas as memórias, bloqueios, energias. Transmuta estas energias indesejáveis em pura LUZ e assim é.

Para limpar meu subconsciente de toda a carga emocional armazenada nele, diga uma e outra vez, durante meu dia as palavras chaves.

EU SINTO MUITO, ME PERDOA, TE AMO , SOU GRATO.

Me declaro em paz com todas as pessoas da Terra e com quem tenho dívidas pendentes.
Por esse instante e em seu tempo. Por tudo o que não me agrada de minha vida presente

EU SINTO MUITO, ME PERDOA, TE AMO , SOU GRATO.

Liberto todos aqueles de quem eu creio ter prejudicado e maltratado, porque simplesmente me devolvem o que eu fiz antes, em alguma vida passada. tempo.

EU SINTO MUITO, ME PERDOA, TE AMO , SOU GRATO.

Ainda que me seja difícil perdoar a alguém, sou eu quem peço perdão a esse alguém agora, por este instante e em todo o tempo, e por tudo na minha presente.

EU SINTO MUITO, ME PERDOA, TE AMO , SOU GRATO.

Por este espaço sagrado, que habito diariamente e com o qual não me sinto confortável com isso.

EU SINTO MUITO, ME PERDOA, TE AMO , SOU GRATO.

Pelas difíceis relações das quais somente guardo lembranças ruins

EU SINTO MUITO, ME PERDOA, TE AMO , SOU GRATO.

Por tudo o que não me agrada na minha vida presente, de minha vida passada de meu trabalho e ao que esta em torno de mim, Divindade limpe em mim o que está contribuindo com minha escassez.

EU SINTO MUITO, ME PERDOA, TE AMO , SOU GRATO.

Se meu corpo físico experimenta ansiedade, preocupações, culpa, medo, tristeza, nostalgia, dor, digo amo minhas recordações: Minhas memórias, Eu te amo! Estou agradecida pela oportunidade de libera-las a vocês e a mim.

EU SINTO MUITO, ME PERDOA, TE AMO , SOU GRATO.

E neste instante afirmo que TE AMO, penso em minha saúde emocional e na de todos os meus seres amados…TE AMO.

Para minhas necessidades e para aprender a esperar sem ansiedade, sem medo, reconheço minhas memórias aqui neste momento.

SINTO MUITO, TE AMO.

Minha contribuição para a cura da Terra, amada Mae Terra que é quem eu Sou…se eu, minha família, meus parentes e antepassados te maltratamos com pensamentos, palavras, fatos e ações desde o inicio de nossa criação até o presente, eu peço o Seu perdão deixa que isso se limpe e purifique, libere e corte todas as memorias, bloqueios, energias e vibrações negativas, transmute estas energias indesejáveis em pura LUZ e assim é.

Para concluir digo que esta oração é minha porta, minha contribuição, a tua saúde emocional, que é a mesma minha, então esteja bem. E na medida em que você vai se curando eu te digo que…

Eu sinto muito pelas memórias de dor que compartilho com você.

Te peço perdão por unir meu caminho ao seu para a cura e

Te agradeço por estar aqui para mim e

TE AMO por ser quem você é.

HO´OPONOPONO
Trechos do Livro “Limite Zero”
Por Joe Vitale

…. O meu segundo seminário com o dr. Hew Len foi diferente do primeiro.

Embora a mensagem continuasse a ser a respeito de fazer a limpeza e apagar programas e memórias, a abordagem dele foi ainda mais relaxada e improvisada. Ele começou erguendo uma bola de beisebol e perguntando qual era o objetivo do jogo.

“Fazer um home run”, respondeu uma pessoa.
“Ganhar o jogo”, disse outra.
“Manter os olhos na bola”, disse eu.
“Exatamente!”, replicou o dr. Hew Len, com o seu forte sotaque havaiano.
“Para ganhar o jogo ou fazer um home run, é preciso manter os olhos na bola o tempo todo. Mas o que é o beisebol na vida de vocês?”
Todo mundo ficou em silêncio.
“A respiração”, respondeu uma pessoa.
“Este momento”, disse outra.

O dr. Hew Len percebeu que não estávamos entendendo o que ele queria dizer, de modo que deu uma resposta: “O beisebol é a Divindade”, declarou.

“Precisamos permanecer concentrados em voltar para zero. Sem memórias. Sem programas. Zero.”

Purificando. Purificando. Purificando.

Tudo que você está aqui para fazer é limpar ou não limpar.

Você poder escolher tudo que quiser, mas você não decide se recebe ou não o que escolhe. Você confia na Divindade, sabendo que ela fará o que é certo para você.

Você acha que sabe mais do que a Divindade?
É muito pouco provável. Entregue-se.
Purifique. Purifique. Purifique.

“A minha intenção é ficar em harmonia com a intenção do Divino”, disse eu ao dr. Hew Len.

…. As intenções são limitações. Você decide que quer estacionar na primeira fila. Essa é a sua intenção. Mas a Divindade lhe fornece uma vaga a um quilômetro de distância. Por quê?
Porque você precisa andar mais. Entregue-se.

Purifique. Purifique. Purifique.

Passo mais dois dias com o dr. Hew Len.
Treze pessoas estão na sala.
Toda a ênfase é em como os problemas ocorrem.

“Vocês sempre terão problemas”, declara ele.

Resisto à declaração, mas mesmo assim a anoto.

Purificar, purificar, purificar.

“Os problemas são memórias que estão sendo reencenadas”, diz ele.

‘As memórias são programas. Elas não são apenas suas. São compartilhadas. A maneira de liberar a memória é enviando amor para a Divindade. Esta escuta e responde, mas da maneira que é melhor para todos, no momento certo para vocês. Vocês escolhem, mas não decidem. Quem decide é a Divindade.”

Não entendi.

Purifique, purifique, purifique.

Marvin, um homem alegre e sorridente das Filipinas, se levanta e explica que ele vende carros de luxo no valor de 150 milhões de dólares anuais sem tentar vender nada para ninguém. Ele simplesmente pratica uma limpeza permanente.

“Tudo que eu faço é dizer ‘Eu te amo’ o dia inteiro”, explica ele no seu inglês com sotaque. “Faço uma limpeza enquanto ouço as pessoas. Tudo que faço é purificar, purificar, purificar. Estou sempre fazendo uma limpeza.”

“Você não tem nenhuma intenção?”, perguntei, cético. Imagino que ele esteja pelo menos pretendendo vender carros, já que esse é o seu trabalho.

“Nunca”, respondeu ele.

“Não tenho expectativas. Simplesmente apareço no trabalho e faço a minha limpeza.”

Purifique. Purifique. Purifique.

Passei dois dias ouvindo histórias a respeito da limpeza narradas por pessoas como você e eu. Mas tudo é muito difícil de aceitar. Apenas fazer a limpeza e dizer “Eu te amo” e o mundo passa por uma transformação? Vendemos mais carros? Ganhamos mais dinheiro? Não sei não.

“Você é totalmente responsável por tudo”, afirma o dr. Hew Len. “Tudo está em você.
Tudo. Não há exceções. Você precisa fazer a limpeza, caso contrário não há purificação.”

Fazer uma limpeza no terrorismo?
Purificar. Purificar Purificar.
Fazer uma limpeza na economia?
Purificar. Purificar. Purificar.
Fazer uma limpeza em ……. (preencha o espaço em branco)?
Purificar. Purificar, purificar.

“Se faz parte da sua experiência, cabe a você fazer a limpeza”, insiste o dr. Hew Len.

“O objetivo da vida é retornar ao Amor, de momento a momento.
Para atender a esse propósito, a pessoa precisa reconhecer que é completamente responsável por criar a sua vida do jeito como ela é. Ela precisa compreender que são os seus pensamentos que criam a sua vida da maneira como ela é de momento a momento. Os problemas não são as pessoas, os lugares e as situações, mas sim os pensamentos a respeito deles. A pessoa precisa aceitar a idéia de que não existe o “lá fora”.”

— DR. IHALEAKA HEW LEN

(*) Baixe o livro “Limite Zero” aqui

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A PRÁTICA DO HO´OPONOPONO

O interesse por informação sobre o sistema Havaiano de cura Ho’oponopono tem aumentado muito aqui no Brasil estes últimos meses. Existem muitas traduções para o português de artigos em inglês que constam na internet. Ano passado reuni vários que melhor abordavam o processo e incluí em um E-book que editei sobre o Ho’oponopono, ele pode ser baixado gratuitamente neste site:http://www.hooponopono.com.br

A respeito da prática em si, que é muito simples e objetiva, vou apresentá-la aqui: Agora você vai entender porque o intelecto não dispõe dos recursos para resolver problemas, ele só pode manejá-los. E manejar não resolve problemas.

Ao fazer o Ho’oponopono você pede a Deus, a Divindade, para limpar, purificar a origem destes problemas, que são as recordações, as memórias. Você assim neutraliza a energia que você associa à determinada pessoa, lugar ou coisa. No processo esta energia é libertada e transmutada em pura luz pela Divindade. E dentro de você o espaço que foi liberado é preenchido pela luz da Divindade. Então, no Ho’oponopono não há culpa, não é necessário reviver sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa, sua origem.

No momento que você nota dentro de si algum incômodo em relação a uma pessoa, ou lugar, acontecimento ou coisa, inicie o processo de limpeza, peça a Deus:

“Divindade, limpe em mim o que está contribuindo para este problema.”

Então use as frases desta seqüência: “Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.” várias vezes, você pode destacar uma que lhe toca mais naquele momento e repeti-la. Deixe sua intuição lhe guiar.

Quando você diz “Sinto muito” você reconhece que algo (não importa se saber o que) penetrou no seu sistema corpo/mente. Você quer o perdão interior pelo o que lhe trouxe aquilo.

Ao dizer “Me perdoe” você não está pedindo a Deus para te perdoar, você está pedindo a Deus para te ajudar se perdoar.

“Te amo” transmuta a energia bloqueada (que é o problema) em energia fluindo, religa você ao Divino.

“Sou grato” é a sua expressão de gratidão, sua fé que tudo será resolvido para o bem maior de todos envolvidos.

A partir deste momento o que acontece a seguir é determinado pela Divindade, você pode ser inspirado a tomar alguma ação, qualquer que seja, ou não. Se continuar uma dúvida, continue o processo de limpeza e logo terás a resposta quando completamente limpo.

Lembre-se sempre que o que você vê de errado no próximo também existe em você, somos todos Um, portanto toda cura é auto cura. Na medida em que você melhora o mundo também melhora. Assuma esta responsabilidade. Ninguém mais precisa fazer este processo, só você.

A prece a seguir é da criadora do sistema Ho’oponopono da Identidade Própria, a Kahuna Morrnah Simeona. Faça esta oração em relação a qualquer problema com qualquer pessoa; ao se fazer o apelo ao Divino Criador estamos nos dirigindo à divindade que existe dentro de todas as pessoas, que é a extensão do Divino Criador. Só é necessário isso.

“Divino Criador, pai, mãe, filho em Um…
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos, à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente,
nós pedimos seu perdão…
Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis em pura luz…
Assim está feito.”

Para mais informações e materiais sobre o Ho’oponopono visite http://www.hooponopono.forumativo.com ehttp://www.hooponopono.com.br

Sobre o autor

Al McAllister é Gaúcho de Porto Alegre, RS. Artista Plástico formado pelo Pratt Institute em Nova York. Com representação nos EUA e São Paulo, e pinturas em coleções particulares mundo afora. Adepto do chimarrão diário que compartilho com os amigos que visitam meu ateliê em Niterói, RJ onde resido. Em 2007 tive a grata satisfação de conhecer a prática do Ho’oponopono da Identidade Própria, conforme ensinado pelo Dr. Ihaleakala Hew Len. Ele define assim: “O Ho’oponopono é o processo de se liberar as energias tóxicas internas, permitindo assim que a Inspiração do Divino tenha um efeito impactante nos seus pensamentos, palavras, feitos e ações.” Você pode ler mais artigos de Al McAllister no http://www.suamente.com.br

Você pode divulgar este artigo em sua página ou informativo, desde que mantenha o texto intacto, inclua esta nota sobre o autor com os links ativos e esta sentença, e avise-nos quando o artigo for publicado no email webmaster@suamente.com.br.

Fonte: O Mundo de Gaya

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HO’OPONOPONO

Deus à procura de casa
Na Terra.
Dentro de nós.
Representado pela Inspiração.

A casa em questão está quase sempre ocupada pelas Memórias, muitas delas repetitivas. Mas a Inspiração, entrando, tomando conta, mesmo que por breves instantes, muda nossa casa interior. E a exterior também. Para melhor.

Proposta do Ho’oponopono

Visa nosso subconsciente, atribulado, por via de regra.
Cheio de recordações. Preocupações atuais. Projetos mil. Quase sempre um tsunami mental. Até quando? Mente se agitando, vida se indo…

Onde Huna menciona unihipili, uhane e Aumakua como partes da mente, o Dr. Hew Len, psicólogo havaiano, distingue quatro: a Mente Subconsciente e a Consciente compondo a Alma, esta última ligada à Mente Supra-Consciente e à Inteligência Divina.

No Subconsciente, está o alicerce da mente: o Vazio, ou Zero.
O Dr. Len o chama o alicerce da Identidade Própria.
O Vazio é um estado precursor; ele recebe as Inspirações da Inteligência Divina – recebe, sim, quando este Vazio não está ocupado – como de praxe – pelas Memórias repetitivas..
Quem costuma comandar o espetáculo são as Memórias.
Deslocam do lugar o Vazio da Identidade Própria e impedem a entrada das Inspirações.
Só uma ou outra – Inspiração ou Memórias – podem ‘estar no comando’ da Mente Subconsciente.
A saída: limpeza das Memórias por transmutação da Inteligência Divina, a pedido da Mente Consciente.
Resultado: solução dos problemas humanos.
Inovador: a Mente Consciente sabe que é 100% responsável por essas Memórias, e que tem de pedir para elas serem transmutadas.
Pedido atendido: a energia transmutadora neutraliza as Memórias na Mente Subconsciente. As energias, neutralizadas, deixam um vazio.

Este processo não lembra o desenho da clave do sol na escrita musical?
O Dr Len vai além:
‘Todas as experiências da vida são expressões de memórias se repetindo e Inspirações. Depressão, pensamento, culpa, pobreza, ódio, ressentimento e aflição são… ‘frentes de lamentações’, como o bardo Shakespeare dizia em um dos seus sonetos’.
E mais: ‘A mente Consciente tem escolha: iniciar uma incessante limpeza ou permitir às memórias repetir problemas incessantemente’.

Isso não lembra ao ‘orai sem cessar’ de Jesus?
Não é a visão do homem como um ser divino por natureza, um sujeito artífice de sua salvação? Tendo a chance do toque redentor da Divindade? Do Senhor ocupando um espaço no interior do homem?
É, sim, Deus à procura de casa – dentro de nós.

Consertador Divino

Se olharmos para o que a médium Varda Hasselmann vem a dizer sobre os Arquétipos da Alma, Ihaleakala Hew Len é uma das pouquíssimas almas antigas (só 4 % da população mundial): ‘Para a alma antiga, religião significa essencialmente uma negação das velhas formas de crença e dogma. A fé é substituída pela consciência’.
‘Ela (a alma antiga) procura pelo fator de união, pelo fator que abrange tudo, Ela sente o principio divino em si mesma’. Ela busca por ligações com o todo e acha as pontes para obter as forças a que se entrega confiante’.

Isso torna compreensível a imagem de Deus do Dr. Len de um exímio ‘consertador divino’ dos problemas humanos, sempre pronto a atender pedidos terrestres: transmutar memórias repetitivas e, em troca, infundir inspiração.

A constatação de Varda levanta outra questão: se apenas 4 % da humanidade atual (as almas antigas) tendem a esse tipo de crença, cadê os restantes 96 %?
E das crenças noutras épocas, em noutras regiões?
E as instituídas por outros messias?

Artigos de fé assaz tão divergentes, que um Ralph Waldo Emerson chegou a sentenciar: ‘A religião de uma era é o entretenimento literário da seguinte’.

Decerto, não convêm dar ouvidos a críticos, tipo Richard Dawkins, quando se deleita no exagero: ‘O Deus do Antigo Testamento é talvez o personagem mais desagradável da ficção: ciumento, e com orgulho, controlador mesquinho, injusto e intransigente; genocida étnico e vingativo, sedento de sangue e perseguidor misógino, homofóbico, racista, infanticida, filicida, pestilento e megalomaníaco, sadomasoquista, malévolo’.

Nem parece estar falando de um deus!
Claro, imagens de Deus são também produto da cultura reinante.
Até pode se aventar que houve tantas humanidades quanto religiões que as moldaram. Por isso, trazer à tona hoje, como diz Gore Vidal, ‘um texto bárbaro da Idade do Bronze conhecido como Antigo Testamento’, mostra um Dawkins erudito porem sectário – e intelectualmente desonesto.

Bem mais sadias e abrangentes são as revelações da médium americana Jane Roberts, no capitulo religioso de Seth Speaks (1972): ‘Em nenhum momento, uma determinada igreja será capaz de expressar as experiências interiores de todos os indivíduos’.
E mais adiante: ‘O Islamismo foi justamente tão violento porque o Cristianismo foi tão manso em sua natureza. Não é que o Cristianismo carecesse de acréscimos de violência, nem que o Islamismo dispensasse todo amor’.

Ao canalizar as revelações de Seth, Jane Roberts aborda outro ponto: ‘Naturalmente, os deuses atingem realidade física. Portanto, eu não quero negar-lhes uma realidade, senão apenas definir até certo grau a natureza dessa realidade. Com ressalvas, está certo dizer: Sedes cuidadosos com a escolha de vossos deuses, já que há influências mútuas’.

‘Ora, uma aliança desse tipo cria campos magnéticos. Um homem que se liga a um dos deuses, se liga forçosamente em primeiro lugar a sua própria projeção. Algumas são em vosso sentido criativas e outras destrutivas, se bem que raramente as últimas se reconhecem como tais’.

Então, quais memórias limpar?

No e-book Ho’oponopono de Al McAllister, o Dr. Len esclarece:
‘Ho’oponopono significa amar-se a si mesmo. Pode melhorar sua vida curando sua vida. Se deseja curar alguém, mesmo um criminoso mentalmente doente, faça-o curando a si mesmo’.

‘Ao fazer o Ho’oponopono, pede a Deus, a Divindade, limpar, purificar a origem destes problemas, que são as recordações, as memórias. Assim neutraliza a energia que associa a determinada pessoa, lugar ou coisa. No processo, esta energia é libertada e transmutada em pura luz pela Divindade’.

‘No momento que nota dentro de si algum incômodo em relação a outra pessoa, lugar, acontecimento ou coisa, inicie o processo de limpeza, peça a Deus: ‘Divindade, limpe em mim o que está contribuindo para este problema’.

‘Limpar visando um resultado não funciona – afirma o Dr. Len. Mas quando limpa por limpar, pode ser agradavelmente surpreendido pelo que a Divindade escolher como resultado para você. Isso libera a Mente Consciente de ter de decidir o que deve ser limpo ou não’.

‘Como não estamos cientes de quais memórias limpar, é preciso pedir a Divindade – que está ciente. Só ela pode cancelá-las. É a Divindade que está orquestrando os eventos – nosso trabalho é estar em paz’.

‘Ho’oponopono é o processo de se pedir e permitir à Divindade – que criou tudo e sabe tudo – cancelar as memórias que vivenciamos como problemas e substituí-las pela Inspiração’.

Deus vir a ocupar nossa casa interior é o ato de amor ao homem.

por Jens Federico Weskott
jweskott@uol.com.br
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=15136

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RESPIRAÇÃO DE LIBERAÇÃO

Outra técnica fácil e que funciona!
Claro que, como em tudo na vida, é preciso determinação.

Como o próprio criador da técnica diz:

“…este processo foi criado com o propósito de dissolver ou liberar “pacotes” de energia suprimida ou estagnada de nosso corpo energético.”
“Não acredite naquilo que digo, mas pratique e experimente os resultados..”
“Tudo que você resiste, persiste”

Abaixo coloco os dois vídeos explicativos da Técnica:

A Respiração de Liberação Parte I
— Wellington Rodrigues

A Respiração de Liberação Parte II
— Wellington Rodrigues

 

O QUE É HO’OPONOPONO?
Por Marcos Morgado

“Nosso Professor Interno, o Espírito Santo nos AJUDA e nos GUIA de diversos modos aparentemente diferenciados, quando buscamos na DISPONIBILIDADE a “Visão Verdadeira”.

Entre esses modos, está um processo que denominamos de “HO’ OPONOPONO”.

Ho’ oponopono é um treinamento mental, que se utiliza de uma técnica difundida por um havaiano de nome IHALEAKALA HEW LEN.

Essa técnica é de origem dos KAHUNAS, xamãs havaianos, e consiste em fazer com que nossa mente chegue ao LIMITE ZERO.

O Limite Zero é o sistema de pensamento secreto havaiano para o bem estar geral, onde desfrutamos da paz e suas ramificações perceptíveis.

Esta é uma maneira de fazermos o BEM para o Planeta, para o Universo, para os quê estão próximos e supostaMENTE distantes, mas principalmente para NÓS MESMOS.

Xamanismo Nativo não se resume apenas em rituais ou afins, mas implica na “melhor conexão” que podemos ter com todo o Universo, todos os reinos perceptíveis e não perceptíveis.

Ho’ oponopono é uma das técnicas de como dispor dessa melhor conexão.

Aqui, nesse mundo, nós vamos experienciar o intelecto, e esse não dispõe dos recursos para resolver problemas ou incômodos, ele apenas pode manejá-los e o manejar não resolverá os nossos supostos problemas.

Ao fazermos o Ho’oponopono pedimos a Divindade para limpar, purificar a origem destes problemas ou incômodos, e que são as recordações, as memórias, assim neutralizamos o pensamento equivocado que associamos à determinada pessoa, lugar, situação ou coisa qualquer.

Nesse processo, esse pensamento é libertado e transmutado pela Divindade, mas dentro de nós mesmos.

O espaço agora vago é preenchido pela Luz da Divindade.

Então, no Ho’oponopono não é necessário revivermos supostos sofrimentos ou sacrifícios, e também não importa saber o porquê desses problemas ou incômodos, de quem é a culpa e qual foi a sua causa ou origem.

Mas como e quando, vamos fazer esse processo HO’OPONOPONO ???

No momento em que percebemos dentro de nós mesmos, algum incômodo ou preocupação em relação a uma determinada pessoa, lugar, situação ou coisa qualquer.

Paramos naquele mesmo instante e iniciamos o processo MENTAL de LIMPEZA, pedindo a Divindade :

“Divindade, limpe em mim, o que está contribuindo para esse incômodo, preocupação ou problema”.

(Nota de Stela: eu pratico tambem quando sinto dor fisica, já que a dor é um aviso que alguma coisa está incomodando internamente)

Então utilizamos essa seqüência que se segue, apenas em pensamento ou em palavras verbalizadas :

“Sinto muito, Me Perdoe, Te amo e Sou grato(a)”
(isso várias vezes.)

Podemos até destacar apenas uma delas, a que nos toca mais naquele momento e que está mais em sintonia com a situação atual, e repeti-la.
Deixemos nossa intuição nos guiar.

Ao usarmos esta palavra ou aquela frase nos rituais, ao falarmos ou apenaspensarmos isto para o Divino, o Grande Criador e Wanka Tanka, estamos automáticamente falando ou pensando para NÓS MESMOS e por isso, estamos NOS PERDOANDO e reconhecendo a nossa INCULPABILIDADE através da inculpabilidade alheia.

Quando dizemos ::: “Sinto muito” reconhecemos que algo, não importando saber o quê, penetrou equivocadaMENTE no nosso sistema de pensamento, e queremos então o perdão, através do desfazer mental pelo o quê nos trouxe o incômodo percebido.

Quando dizemos ::: “Me perdoe” não estamos pedindo a Divindade para nos perdoar, estamos pedindo a Divindade para nos “Ajudar” a nos perdoar, desfazendo o equívoco gerador do incômodo percebido.

Quando dizemos ::: “Te amo”, isso transmuta o nosso pensamento bloqueado, que é o verdadeiro incômodo, em Pensamento que flui perenemente, somos religados na conexão do Pensamento Divino.

Quando dizemos ::: “Sou grato” é a nossa expressão de gratidão, de nossa fé no lugar Certo, e que tudo já está sendo resolvido para o bem maior de todos os envolvidos.

A partir deste momento, e o que acontece a seguir é determinado pela Divindade, podemos até ser inspirados a tomar alguma ação na amorosidade, qualquer que seja ela, ou não fazer nada.

Se continuar uma dúvida, continuemos o processo de limpeza e logo teremos a resposta, quando completamente limpa estiver nossa conexão.

Lembremos sempre que ::: o quê percebemos de errado no próximo, ou em determinada situação, é o que existe em nós mesmos, mas está sempre numa forma camuflada de esquecimento, portanto, toda CURA VERDADEIRA É AUTOCURA MENTAL.

Na medida em que nos curamos mentalmente, o mundo projetado por essa mesma mente e por isso percebido, também nos será apresentado numa AINDA forma, mas curada e por isso, percebido no amor.

Vamos juntos, assumir essa RESPONSABILIDADE, porque é na “Certeza” que ninguém mais precisa fazer esse processo, apenas “eu” em você, muito brigado, isso é hO’OpOnOpOnO.

Aprendendo a AMAR VERDADEIRAMENTE.

AMEM…AMEM…AMEM…

MARCOS MORGADO”

(Recebido por e-mail através do Grupo de Estudos do Um Curso em Milagres.)

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Entrevista com
Dr. Ihaleakala Hew Len Ph.D,
Criador do Ho’oponopono
Por Cat Saunders

Como demonstrar gratidão a alguém que lhe ajudou a ser livre?

Como demonstrar gratidão a um homem cuja gentileza de espírito, e agudeza nas declarações, alterou completamente o curso de sua vida?

Ihaleakala Hew Len é a pessoa que significa tudo isso para mim. Como um irmão de alma que aparece inesperadamente num momento de necessidade, Ihaleakala entrou em minha vida em março de 1985, um ano de grandes mudanças para mim.

Eu o conheci durante um curso chamado Self I-Dentity Through Ho’oponopono, no qual ele era facilitador, juntamente com a nativa havaiana e kahuna (“guardiã do segredo”) Morrnah Nalamaku Simeona, já falecida.

Para mim, Ihaleakala e Morrnah fazem parte do ritmo da vida. Embora eu sinta um grande amor por eles, não consigo vê-los como simples pessoas, porque a forma com que eles influenciam minha vida vem através de um vigoroso pulsar, como o som de tambores africanos na noite.

Recentemente, tive a honra de ser convidada a entrevistar Ihaleakala pela Foundation of I, Inc. (Freedom of the Cosmos), organização fundada por Morrnah. Mas minha maior honra foi saber que ele estaria vindo do Havaí especialmente para encontrar-se comigo.

Dr. Ihaleakala S. Hew Len é presidente e administrador da Fundação. Juntamente com Morrnah, ele vem trabalhando com milhares de pessoas há muitos anos, inclusive com grupos das Nações Unidas, UNESCO, Conferência Internacional pela Paz Mundial, Conferência da Medicina Tradicional Indígena, Curadores pela Paz na Europa, e da Associação dos Professores do Estado do Havaí. Tem também uma larga experiência no tratamento de pessoas mentalmente enfermas, com criminosos doentes mentais e suas famílias.

Todo o seu trabalho como educador é permeado e tem como suporte o processo Ho’oponopono.

Ho’oponopono significa simplesmente “acertar o passo” ou “corrigir o erro”.

De acordo com os antigos havaianos, o erro provém de pensamentos contaminados por memórias dolorosas advindas do passado. Ho’oponopono oferece uma forma de liberar a energia desses pensamentos dolorosos, ou erros, os quais causam desequilíbrio e enfermidades.

No desenrolar do processo Ho’oponopono, Morrnah foi orientada a incluir as três partes do eu, que são a chave para a Auto-identidade. Essas três partes, presentes em cada molécula da realidade, são chamadas de Unihipili (criança/subconsciente), Uhane (mãe/ consciente) e Aumakua (pai/superconsciente). Quando esta “família interna” encontra-se alinhada, a pessoa está em sintonia com a Divindade, acontece o equilíbrio e a vida começa a fluir. Assim, Ho’oponopono auxilia na restauração do equilíbrio, primeiramente no individuo e depois em toda a criação.

Ao me apresentar este sistema tríplice, juntamente com o mais poderoso processo de perdão que eu conheço (Ho’oponopono), Ihaleakala e Morrnah ensinaram-me o seguinte: a melhor maneira de trazer cura para cada aspecto de minha vida, e para o universo inteiro, é assumir 100% de responsabilidade e trabalhar comigo mesma. E ainda aprendi com eles a simples sabedoria do total auto-cuidado.

Como disse Ihaleakala, em sua nota de agradecimento após nossa entrevista:
“Cuide bem de você. Se fizer isso, todos serão beneficiados.”

Certa vez, Ihaleakala ausentou-se uma tarde inteira, bem no meio de um curso do qual eu participava, simplesmente porque sua Unihipili (criança/subconsiente) pediu para ir ao hotel e tirar uma longa soneca. É claro que ele assumiu sua responsabilidade antes de se retirar, e Morrnah estava lá para dar prosseguimento ao trabalho. Fiquei impressionada com sua atitude. Para alguém como eu, criada numa família que ensinava a sempre colocar os outros em primeiro lugar, a ação de Ihaleakala foi no mínimo surpreendente e divertida. Ele tirou sua soneca e deu uma lição inesquecível de auto-cuidado.

Cat: Ihaleakala, quando conheci você, em 1985, eu havia recém começado a trabalhar com consultas individuais, depois de ter sido conselheira em agências durante quatro anos. Lembro-me de você dizer: “Toda terapia é uma forma de manipulação.” E eu pensei: “Cruzes! O que é que vou fazer agora?” Eu sabia que você tinha razão, e quase desisti da idéia! É claro que continuei, mas aquela sua colocação mudou completamente minha forma de trabalhar com as pessoas.

Ihaleakala: A manipulação acontece quando eu (o terapeuta) chego com a idéia de que você está doente e eu vou trabalhar em você. Coisa muito diferente é quando acredito que você veio até mim para me trazer uma oportunidade de olhar o que está acontecendo comigo. Nesse caso não acontece a manipulação.

Se a terapia for baseada em sua crença de que você está ali para salvar o outro, curar o outro ou orientar o outro, a informação que você traz emerge do intelecto, da mente consciente. Mas o intelecto não é habilitado para entender e abordar problemas. O intelecto não tem a menor condição de solucionar problemas! Ele é incapaz de compreender que, quando uma situação problemática é solucionada por transmutação (como no caso de Ho’oponopono e outros processos semelhantes), não só a situação fica resolvida, mas tudo o que estiver relacionado com ela, atingindo níveis microscópicos e estendendo-se até o início dos tempos.

Sendo assim, penso que a pergunta mais importante a ser feita é: “O que é um problema?” Se você faz uma pergunta como esta, não há clareza. E como não há clareza, eles inventam uma forma de resolver o problema…

Cat: … como se o problema estivesse “lá fora”.

Ihaleakala: Sim. Por exemplo, outro dia recebi um telefonema de uma mulher, cuja mãe estava com 92 anos. Ela disse: “Minha mãe está com uma horrível dor nos quadris já faz muitas semanas.” Enquanto a mulher falava comigo, eu fazia a seguinte pergunta à Divindade: “O que está acontecendo comigo para ter causado a dor nesta senhora? Como posso resolver este problema dentro de mim?” As respostas vieram e eu fiz o que me foi solicitado.

Pode ser que uma semana depois a mulher me ligue para dizer que sua mãe está melhor. Isto não significa que não haverá reincidência do problema, porque pode haver causas variadas para aquilo que parece ser o mesmo problema.

Cat: Tenho acompanhado muitos casos de doenças crônicas e dores recorrentes. Trabalho com elas o tempo todo, usando Ho’oponopono e outros processos de clarificação, a fim de reparar toda dor que causei, desde o início dos tempos.

Ihaleakala: Sim. A idéia é que pessoas como nós estão justamente trabalhando em profissões de cura porque já causaram muita dor por aí.

Cat: Que coisa!

Ihaleakala: Não é maravilhoso a gente saber disso? E ainda atendermos pessoas que nos pagam por lhes ter causado problemas!

Eu disse isso a uma mulher em Nova York, e ela exclamou: “Meu Deus, se pelo menos eles soubessem!” Mas, como você vê, ninguém sabe. Psicólogos, psiquiatras continuam acreditando que a função deles é ajudar a curar o outro.

Vamos supor que você veio me consultar. Eu peço à Divindade: “Por favor, o que quer que esteja acontecendo dentro de mim que causou esta dor na Cat, diga-me como posso corrigir.” E então vou ficar continuamente aplicando a orientação recebida, até que a sua dor vá embora, ou até você me pedir que eu pare. O importante não é propriamente o efeito, mas chegar ao problema. Essa é a chave.

Cat: Você não focaliza no resultado porque isto não é de nossa competência.

Ihaleakala: Certo. Nós só podemos fazer o pedido.

Cat: E nós também não sabemos quando uma determinada dor ou doença vai se alterar.

Ihaleakala: Pois é. Digamos que se recomendou a uma mulher o tratamento com certa erva, a qual não está surtindo efeito. Novamente a questão: “O que acontece dentro de mim que faz com que esta mulher não receba os benefícios da erva?” E eu vou trabalhar com isso. Vou limpar e ficar de boca fechada, permitindo que o processo de transmutação se opere.

Quando acontece de você se apegar a seu intelecto, o processo é interrompido. A coisa mais importante a ser lembrada, no caso de um trabalho de cura não surtir efeito, é aceitar a possibilidade de a causa do problema estar em erros múltiplos, em múltiplas questões e memórias dolorosas. Nós não sabemos nada! Só a Divindade sabe o que está acontecendo.

No mês passado, fiz uma apresentação em Dallas. Na conversa com uma mestra em Reiki, perguntei-lhe: “Quando alguém lhe vem com um problema, onde você vai encontrá-lo?” Ela me olhou intrigada. E eu disse: “Em você. Porque foi você quem causou o problema, e o seu cliente vai lhe pagar pela cura de um problema que é seu!”

Cat: 100% de responsabilidade.

Ihaleakala: 100% de consciência de que foi você quem causou o problema. 100% de consciência de que é sua a responsabilidade corrigir o erro.

Imagine o dia em que todos nós formos 100% responsáveis!
Como vou convencer as pessoas de que nós somos 100% responsáveis pelos problemas?

Se você quer resolver uma situação problemática, trabalhe-a em si próprio.

Se a questão está ligada a outra pessoa, pergunte a si mesmo: “O que há de errado comigo que está levando esta pessoa a me incomodar?” Aliás, pessoas só aparecem na sua vida para lhe incomodar! Quando você sabe disso, pode superar qualquer situação e se libertar.

É simples: “Sinto muito por tudo que está acontecendo. Por favor, perdoe-me.”

Cat: Na verdade, você não precisa lhes dizer isto em voz alta, e nem mesmo precisa entender o problema.

Ihaleakala: Aí está a beleza de tudo. Você não tem que entender. É como a Internet. Você não entende nada de como funciona! Você apenas chega até a Divindade e diz: “Vamos dar um download?” A Divindade então proporciona o download e você recebe toda a informação. Mas, como nós não sabemos quem somos, nunca damos o download direto da Luz. Vamos buscar fora.

Sempre me lembro do que Morrnah dizia: “É um trabalho interno.”
Se você quer ter sucesso, trabalhe internamente. Trabalhe em você mesmo!

Cat: Reconheço que a única coisa que funciona é ser 100% responsável. Mas houve um tempo em que questionei isto, porque eu era uma pessoa do tipo super responsável, que cuidava de muita gente. Quando lhe ouvi falar sobre os 100% de responsabilidade, não apenas por mim mesma, mas por todas as situações e problemas, pensei: “Parado lá! Isso é pura loucura! Não preciso que ninguém venha me dizer para ser ainda mais responsável!” O que aconteceu foi que, quanto mais eu refletia sobre isso, mais fui descobrindo que há uma grande diferença entre um super responsável cuidado com o outro e um total cuidado comigo mesma.

O primeiro tem a ver com ser uma boa menina, e o segundo, com ser livre.

Lembro-me de quando você contou sobre a época em que trabalhou como psicólogo na ala para loucos criminais no Hospital Estatal do Havaí. Disse que quando começou a trabalhar lá, havia muita violência entre os internos e que, depois de quatro anos, tudo ficou em paz.

Ihaleakala: Basicamente, assumi 100% de responsabilidade. Só trabalhei comigo mesmo.

Cat: É verdade que, durante todo aquele tempo, você não teve contato com nenhum dos internos?

Ihaleakala: É verdade. Eu só entrava no pavilhão para verificar os resultados. Se eles ainda apresentavam problemas, eu ia trabalhar mais um pouco comigo mesmo.

Cat: Você poderia contar uma história sobre a utilização do Ho’oponopono nos, assim chamados, objetos inanimados?

Ihaleakala: Certa vez, eu estava num auditório, preparando-me para dar uma palestra, e eu conversava com as cadeiras. Então, perguntei: “Há alguém aí que eu tenha esquecido? Alguém entre vocês gostaria de expor algum problema que exija cuidado de minha parte?”

Uma das cadeiras respondeu: “Sabe, hoje num seminário anterior, havia um rapaz sentado em mim, o qual sofria com problemas financeiros, e agora estou me sentindo péssima!” Tratei de limpar aquele problema e logo pude ver a cadeira se endireitando e dizendo: “Ok! Estou prontinha para acomodar o próximo!”

Na verdade, o que eu tento fazer é ensinar a sala. Costumo dizer para a sala, e tudo o que há nela: “Vocês querem aprender o Ho’oponopono? Afinal, breve irei embora, e não seria ótimo se todos vocês pudessem dar continuidade a este trabalho?” Alguns respondem sim, outros respondem não, e há aqueles que dizem: “Estou muito cansado!”

Então, pergunto à Divindade: “Para aqueles que dizem que querem aprender, como posso ensiná-los?” Na maioria das vezes, a resposta é: “Deixe o livro azul (Self I-Dentity Through Ho’oponopono) com eles.” E é o que faço. Enquanto estou falando, deixo o livro azul em cima de alguma cadeira ou mesa. Não costumamos acreditar que as mesas ficam ali, quietas e atentas a tudo o que esta ocorrendo ao seu redor!

Ho’oponopono é muito simples.

Para os antigos havaianos, todos os problemas começam com o pensamento. Mas o problema não está no simples pensar. O problema ocorre quando nossos pensamentos estão impregnados de memórias dolorosas a respeito de pessoas, lugares ou coisas.

O trabalho intelectual por si só não é capaz de resolver estes problemas, porque a função do intelecto é de apenas administrar. E não é administrando as coisas que se resolvem problemas. Você quer é se livrar deles!

Quando você faz Ho’oponopono, o que acontece é que a Divindade pega os pensamentos dolorosos e os neutraliza ou os purifica. Não se trata de neutralizar ou purificar a pessoa, o lugar ou a coisa. O que fica neutralizada é a energia que está associada a pessoa, lugar ou coisa. Portanto, o primeiro estágio de Ho’oponopono é a purificação da energia.

Então, eis que algo maravilhoso acontece. A energia não é apenas neutralizada; ela é também liberada, e tudo fica limpo. Os budistas chamam de Vazio. O último passo é permitir que a Divindade entre e preencha o vazio com luz.

Para fazer Ho’oponopono, você não precisa saber qual é propriamente o problema ou o erro. Você só tem que se dar conta de que está tendo um problema, seja ele físico, mental, emocional ou qualquer outro. Tão logo você o perceba, é sua responsabilidade começar imediatamente a limpeza, dizendo: “Sinto muito. Perdoe-me, por favor.”

Cat: Quer dizer que a verdadeira função do intelecto não é resolver problemas, mas pedir perdão.

Ihaleakala: Sim.

Eu tenho duas tarefas neste mundo. A primeira é, antes qualquer outra coisa, cuidar da limpeza. E a segunda é despertar as pessoas que estão adormecidas.

Quase todo mundo está adormecido!
Mas a única maneira de fazê-las despertar é trabalhando comigo mesmo!

Esta nossa entrevista serve de exemplo. Durante as semanas que precederam nosso encontro, estive fazendo o trabalho de clarificação, de modo que, quando nos encontrássemos, fôssemos como dois lagos juntando suas águas. Eles se unem e vão em frente. Só isso.

Cat: Nesses dez anos que faço entrevistas, esta foi a primeira vez que não me preparei. Toda vez que tentava fazê-lo, minha Unihipili dizia que eu devia apenas vir e estar com você. Meu intelecto fez de tudo para me convencer de que eu tinha que me preparar, mas eu não dei ouvidos.

Ihaleakala: Melhor pra você!

A Unihipili, às vezes, é muito engraçada. Certo dia, eu ia descendo por uma estrada no Havaí. Quando me preparava para pegar um declive à direita, por onde eu sempre passava, ouvi a voz melodiosa de minha Unihipili: “Se eu fosse você, eu não descia por aí.” E eu pensei: “Mas a gente sempre vai por aí.” E continuei o meu caminho.

Uns cinqüenta metros adiante, ouvi de novo: “Ei! Se eu fosse você, eu não descia por aí!” Segunda chance. “Mas a gente sempre vai por aí!”

Nessa hora, a nossa conversa já era em voz alta e as pessoas nos carros próximos me olhavam achando que eu era um louco. Andei mais 25 metros, e ouvi um estrondoso: “Se eu fosse você, eu não descia por aí!” E eu fui por lá. E lá acabei ficando parado por duas horas e meia. Por causa de um enorme acidente, estava tudo congestionado. Não se podia ir nem para frente nem para trás.

Ai, ouvi minha Unihipili dizer: “Não falei?!”
E ela ficou sem conversar comigo um tempão. E com razão.
Por que falar comigo se eu não a ouvia?

Lembro-me uma vez, quando me preparava para ir à televisão falar sobre Ho’oponopono. Meus filhos olharam para mim e disseram: “Pai, ficamos sabendo que você vai aparecer na TV. Vê lá se põe umas meias que combinam!” Eles não se preocuparam com o que eu ia falar. Eles só estavam preocupados com as minhas meias.

Você vê como as crianças sabem o que é realmente importante na vida?

Esta entrevista foi originalmente publicada por
The New Times, em setembro de 1997.

Para mais informações sobre Ho’oponopono e contato
com Ihaleakala Hew Len, Ph.D,
visite o site http://www.hooponopono.org/.

Cat Saunders, Ph.D é autora do livro Dr. Cat’s Helping Book.
Para mais informações, visite http://www.drcat.org/

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O PROCESSO HO’OPONOPONO

Quando sofremos com algum problema, seja ele um problema de relacionamento com outra pessoa, problema de saúde, ou quando a auto-estima está em baixa, quando nada parece dar certo, ou não ter solução em vista, o que continuamos fazendo? Continuamos buscando soluções e respostas através da atividade da mente, da análise de experiências passadas, do conhecimento adquirido ou consultado, tudo isso é o intelecto querendo resolver os problemas.

Mas pelo Ho’Oponopono compreendemos que o intelecto não dispõe dos recursos para resolver problemas, ele só pode manejá-los. E manejar não resolve problemas.

Ao fazer o Ho’oponopono você pede a Deus, à Divindade, para limpar, purificar a origem destes problemas, que são as recordações, as memórias se repetindo em sua Mente Subconsciente. Você assim neutraliza a energia que você associa à determinada pessoa, lugar ou coisa.

No processo esta energia é libertada e transmutada em pura luz pela Divindade.
E dentro de você o espaço liberado é preenchido pela luz da Divindade.

Então, no Ho’Oponopono não há culpa, não é necessário reviver sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa, ou sua origem. A sua responsabilidade está em não permitir que o padrão se repita, gerando mais problemas, perpetuando a condição de sofrimento. Isso porque o ser humano só pode viver de duas maneiras: uma, pela programação adquirida, memórias se repetindo, a outra pelas inspirações, que são divinas.

No momento que você nota dentro de si algum incômodo em relação a uma pessoa, ou lugar, acontecimento ou coisa, inicie o processo de limpeza, peça a Deus:

“Divindade, limpe em mim as memórias que estão causando este problema.
Transmute-as em pura luz”

Então use as frases desta seqüência: “Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.” várias vezes, você pode destacar uma que lhe toca mais naquele momento e repeti-la. Deixe sua intuição lhe guiar.

Quando você diz “Sinto muito” você reconhece que algo (não importa se saber o que) penetrou no seu sistema corpo/mente. Você quer o perdão interior pelo o que lhe trouxe aquilo.

Ao dizer “Me perdoe” você não está pedindo a Deus para te perdoar, você está pedindo a Deus para te ajudar a se perdoar.

“Te amo” transmuta a energia bloqueada (que é o problema) em energia fluindo, religa você ao Divino.

“Sou grato” é a sua expressão de gratidão, sua fé que tudo será resolvido para o bem maior de todos envolvidos.

A partir deste momento, o que acontece a seguir é determinado pela Divindade, você pode ser inspirado a tomar alguma ação, qualquer que seja, ou não. Se continuar uma dúvida, continue o processo de limpeza e logo terás a resposta, quando completamente limpo.

Lembre-se sempre que o que você vê de errado no próximo também existe em você, somos todos Um, portanto toda cura é auto cura. Na medida em que você melhora o mundo também melhora. Assuma esta responsabilidade. Ninguém mais precisa fazer este processo, só você.

Aqui está a oração original da Kahuna Morrnah Simeona, criadora do Processo Ho’Oponopono da Identidade Própria, oração simples e poderosa:

“Divino Criador, pai, mãe, filho em Um…

Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos, à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente, nós pedimos seu perdão…

Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis em pura luz…

Assim está feito.”

Faça esta oração em relação a qualquer problema com qualquer pessoa; ao se fazer o apelo ao Divino Criador estamos nos dirigindo à divindade que existe dentro de todas as pessoas, que é a extensão do Divino Criador.

Só é necessário isso.

 

ÁGUA SOLAR AZUL

agua solar azul 2

Beber grandes quantidades de água é uma maravilhosa prática para solucionar ou limpar situações, particularmente se é ÁGUA AZUL SOLARIZADA. Tal como acontece com o processo “Eu te amo” e “Sou Grato”, a ÁGUA AZUL SOLARIZADA apaga as memórias que causam as situações repetitivas na mente Subconsciente. ÁGUA AZUL SOLARIZADA é fácil de fazer e saborosa para beber e é uma poderosa ferramenta de limpeza para apagar memórias.

Use uma garrafa de vidro azul. Qualquer cor de azul, de azul claro para azul escuro vai funcionar. Encha com água filtrada e cubra com uma tampa não-metálica – cortiça, plástico e até mesmo pano enrolado com uma tira de borracha vai funcionar, porque a finalidade da tampa é apenas para manter a sujeira e insetos (que adoram ÁGUA AZUL SOLARIZADA) para fora.

Colocar exposta ao Sol durante uma hora ou mais.
Quanto mais tempo ficar, fica mais doce.

Quando terminar, a ÁGUA AZUL SOLARIZADA pode ser armazenada na geladeira em um recipiente – de vidro, plástico, etc. APROVEITE!

Quanto pode ou deve beber de ÁGUA AZUL SOLARIZADA?

Dr. Ihaleakala Hew Len compartilhou uma vez que, com o único propósito de LIMPEZA de memórias, ele bebe uns três litros de ÁGUA AZUL SOLARIZADA por dia!

Como obter a ÁGUA AZUL SOLARIZADA quando viajar?

Ao viajar, é fácil obter sua ÁGUA AZUL SOLARIZADA diária. Basta levar um pequeno frasco conta gotas de ÁGUA AZUL SOLARIZADA com você e adicionar uma gota em qualquer coisa que você beba. Esta gota é o suficiente para “solarizar” qualquer coisa que você beba.

Você também pode fazer mentalmente. Mentalmente repita “ÁGUA AZUL SOLARIZADA”. Isto funciona quando você realmente não puder prepará-la ou não tiver acesso a um local onde prepará-la. Deus vai fazer isso para você somente quando você não puder fazê-lo fisicamente.

Como obter o suficiente ÁGUA AZUL SOLARIZADA no inverno, quando os dias pode ser escuro e sem sol?

Mesmo quando em viagem, uma quantidade muito pequena de ÁGUA AZUL SOLARIZADA, até mesmo uma gota, adicionado à água regular realiza a solarização. Você também pode solarizar a garrafa azul sob uma luz incandescente transparente por uma hora, ou uma lâmpada incandescente azul (garrafa transparente) por uma hora.

Outras formas de usar a ÁGUA AZUL SOLARIZADA:

– Adicione um pouco ao seu café, chá, chocolate, suco, etc.
– Adicionar ÁGUA AZUL SOLARIZADA em tudo o que você cozinhar
– Macarrão, sopa, aveia, ovos mexidos, etc. Lembre-se, apenas uma gota de ÁGUA AZUL SOLARIZADA, solariza tudo.
– Adicione um pouco de ÁGUA AZUL SOLARIZADA em sua máquina de lavar para lavar roupas.
– Borrife nas roupas em sua máquina de secar.
– Coloque no radiador de seu carro.
– Adicione à água do banho.
– Borrife-se com ÁGUA AZUL SOLARIZADA após o banho.
– Borrife o ar dos quartos, sala com ÁGUA AZUL SOLARIZADA.
– Gargareje com ela.
– Lave pisos com ela.
– Lave seu carro com a ÁGUA AZUL SOLARIZADA.
– regue suas plantas com ela.

Estas são apenas algumas das maneiras que temos para usar a ÁGUA AZUL SOLARIZADA.

Seja criativo para encontrar novas maneiras de limpar com ÁGUA AZUL SOLARIZADA.
A ÁGUA AZUL SOLARIZADA é uma das mais fantásticas ferramenta de limpeza.

PS: Seguindo o conselho acima, utilizo muitas vezes como remédio para dor de cabeça ou enchaqueca, colocando algumas gotas embaixo da lingua. Utilizo também para lavar ferimentos, ou colocar em manchas de pele.

Fonte: http://www.hooponopoint.com/Ferramentas/aguasolar.htm

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